POR QUE O COCÔ FLUTUA?
Nem todo cocô flutua. Os que não têm uma quantidade considerável de gordura ou bolhinhas de ar no seu interior afundam como uma âncora. Tudo depende da alimentação. Alimentos como feijão e repolho aumentam o volume de gás nas fezes, o que resulta em puns, mas não faz mal. Já o excesso de gordura não é saudável: fezes engorduradas geralmente indicam problemas no pâncreas ou no fígado.
FAZ MAL COMER COCÔ?
Além de ser nojento, faz mal, sim. O cocô carrega entre 150 e 500 tipos de bactérias em alta concentração – são até 10 trilhões por grama – que podem causar infecções graves. A Associação Dentária Americana recomenda inclusive que escovas de dentes fiquem a pelo menos 2 metros dos vasos sanitários para evitar contaminação
POR QUE É MARROM?
O cocô é colorido pela estercobilina, um pigmento escuro formado no final da digestão a partir da oxidação do estercobilinogênio, que, por sua vez, é produto da digestão da bílis – líquido que ajuda a quebrar a gordura e absorver nutrientes no intestino. Quanto mais as fezes demoram para sair, mais estercobilina é produzida, e a coisa vai ficando preta.
EXAMINAR COCÔ AJUDA A DESVENDAR CRIMES?
Pode ajudar, sim. Dá para identificar um suspeito por amostras de DNA retiradas de fezes e até mapear o comportamento do criminoso a partir da sua alimentação mais recente. Também é possível examinar o trato digestivo para investigar, por exemplo, se o suspeito engoliu drogas para transportar.
DÁ PRA FAZER ADUBO COM FEZES HUMANAS?
Dá. A técnica mais comum é a de compostagem em privadas secas. São caixas ocas que misturam fezes e serragem, o que serve para eliminar odores e facilitar a decomposição. Mas tome cuidado: sem os cuidados necessários, você pode ter um adubo com bactérias capazes de contaminar o alimento adubado
POR QUE O MILHO APARECE INTACTO NAS FEZES?
Para triturar fibras insolúveis, como as do milho, só com muita mastigação. Os pedaços que escapam dos seus dentes passam intactos pelo trato digestivo e chegam à privada da mesma forma. E isso não é ruim: as fibras não digeridas amaciam o cocô, facilitando a saída.
QUANTO UMA PESSOA PRODUZ DIARIAMENTE?
Uma produção de fezes considerada normal varia de 150 a 450 gramas por dia, o que significa que 160 quilos de cocô por ano é uma produção perfeitamente normal e saudável. A freqüência de idas ao trono não demanda atenção especial caso esteja dentro dos limites de três vezes ao dia até três vezes por semana.
POR QUE FEDE?
O fedor do cocô – e do pum – é causado por compostos sulfurosos produzidos pelas bactérias em contato com o alimento no intestino. Doenças como pancreatite, fibrose cística e infecções intestinais atrapalham a digestão, e os restos de alimentos não digeridos aumentam a catinga. Alguns alimentos, como a carne, também turbinam o odor das fezes.
FAZER SENTADO É O MELHOR JEITO?
Não. Para aliviar a barra, a melhor pedida é agachar-se. Essa posição relaxa a musculatura que controla a saída do cocô e deixa o reto – canal que desemboca no ânus – mais reto, evitando que restos de fezes se acumulem, o que pode facilitar o surgimento de apendicite e de infecções no cólon.
A COR REVELA PROBLEMAS DE SAÚDE?
Sim. Variações na cor das fezes podem indicar tanto o que você comeu no almoço quanto problemas de saúde:
Preto
Alimentos: Ricos em ferro, como bife de fígado
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo superior (acima do intestino)
Verde
Alimentos: Espinafre e outras folhas verdes
Problemas de saúde: Diarréia
Vermelho
Alimentos: Beterraba
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo inferior (do intestino para baixo)
Amarelo
Problemas de saúde: Doença no pâncreas (gordura nas fezes)
Cinza esbranquiçado
Problemas de saúde: Doença no fígado ou bloqueio do duto que expele a bílis
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Mais Informações sobre o Cocô:
quinta-feira, 4 de abril de 2013
CÂNCER de Intestino
De tanto problema de não evacuar,isto é,não fazer cocô regularmente pode um dia quem sabe ter um câncer de intestino,cólon,etc,eis aqui tudo o que devemos fazer para evitar esse mal:
O câncer do intestino grosso
O cólon, incluindo o reto, é o sítio mais freqüente de tumores primários do que qualquer outro órgão do corpo humano.
Trata-se do quinto tipo de tumor maligno mais freqüente no Brasil.
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, estima-se que ocorrem no Brasil, cerca de 20.000 casos novos de câncer do intestino grosso (ou colorretal, ou do cólon e do reto) e que cerca de 7.000 brasileiros morrem por conta da doença anualmente.
A chance de uma pessoa desenvolver câncer do intestino grosso ao longo de sua vida é de, em média, 1 em 20.
O risco de se desenvolver câncer do intestino grosso após os 50 anos é de cerca de 1%.
Por que prevenir?
O câncer colorretal é um mal silencioso. A maioria dos tumores do intestino grosso não leva a qualquer sintoma até que tenha atingido um tamanho considerável o que diminui as chances de cura.
A chance de obter cura para os indivíduos com câncer colorretal e com sintomas é de cerca de 50% e pouco melhorou nos últimos 50 anos apesar dos avanços alcançados no seu diagnóstico e tratamento. Por outro lado, a chance de curar um indivíduo para o qual foi feito diagnóstico de câncer antes de ele desenvolver sintomas é de 80%.
Por isso, a melhor forma de se reduzir a chance de morrer de câncer colorretal é através de seu diagnóstico precoce. Só é possível diagnosticar precocemente se praticamos a prevenção, conhecida no meio médico como rastreamento.
A maioria dos casos de câncer colorretal se origina a partir de precursores benignos, os pólipos. Se os pólipos forem removidos, o câncer pode ser evitado.
Quem tem maior risco de desenvolver câncer do intestino grosso?
Eis os grupos de indivíduos com maior chance de desenvolver câncer do cólon e do reto:
Toda a população com mais de 50 anos
Os indivíduos com história familiar de:
câncer do intestino,
pólipos do intestino,
câncer do endométrio (útero),
câncer de mama, e
câncer de ovário.
Os pacientes com doença inflamatória intestinal de longa evolução
De um modo geral, quanto mais jovens forem os antecedentes familiares dos tumores acima relacionados, maior o risco de se ter o tumor.
Existem também evidências acerca do papel das gorduras saturadas na origem do câncer do intestino grosso. A dieta pobre em gordura animal e rica em fibras (legumes, verduras, cereais e frutas) é fator protetor contra o câncer do intestino.
Modernamente, a American Society of Cancer elaborou um modelo de dieta rica em frutas, vegetais e fibras e pobre em gorduras para prevenção do câncer colorretal (ver tabela abaixo).
Prevenção do câncer colorretal: Recomendações dietéticas
Limitar a ingestão de gordura em 25-30% das calorias diárias
Aumentar a quantidade e variedade de frutas e vegetais (5 porções diárias)
Ingerir 20-30 gramas de fibras por dia
Introduzir 3 gramas de carbonato de cálcio por dia
Qual a relação entre constipação e câncer do intestino grosso?
Nenhuma. Pacientes constipados não têm maior chance de vir a ter câncer do intestino grosso exclusivamente por causa da constipação.
No entanto, entende-se que a permanência de carcinógenos (normalmente presentes na dieta) ingeridos por qualquer pessoa em contato com a parede do intestino por mais tempo, como acontece com os indivíduos constipados, pode teoricamente aumentar as chances de transformação maligna.
Portanto, uma vez que a melhor forma de tratar a constipação intestinal é através da dieta de fibras, que protege contra o câncer do intestino grosso, pode-se dizer que combater a constipação provavelmente previne o câncer.
Rastreamento e vigilância: o que são?
O rastreamento refere-se aos esforços no sentido de se diagnosticar o câncer colorretal ou seus precursores (os pólipos) em indivíduos sem quaisquer sintomas. Como resultado, aumenta-se a chance de cura para esse indivíduo, caso seja diagnosticado o câncer colorretal.
A vigilância diz respeito ao indivíduo que já teve câncer (e que tem risco aumentado de desenvolver outro) ou que se encontra em uma situação de risco muito aumentado (por exemplo, os pacientes com colites graves de longa duração).
Como se faz a prevenção?
Através de exames preventivos.
Os exames devem ser solicitados pelo seu médico seja ele generalista ou especialista. Existem diretrizes ou protocolos de sociedades médicas já bem estabelecidos para esse fim.
Cabe ao seu médico escolher qual a melhor forma de prevenção para você: ou seja quais exames serão solicitados e com qual freqüência eles devem ser realizados. Os exames que podem ser utilizados são:
a pesquisa de sangue oculto nas fezes,
a retossigmoidoscopia, e
a colonoscopia.
Pesquisa de sangue oculto nas fezes
Trata-se de um exame simples e de fácil realização e necessita apenas da coleta de fezes e seu encaminhamento ao laboratório. Há uma dieta a ser seguida e medicações que devem ser evitadas antes da coleta das fezes.
Cânceres e seus precursores (os pólipos) sangram. O teste detecta quantidades mínimas de sangue (invisíveis) presentes nas fezes.
Desta forma, a positividade desse teste deve dirigir o paciente à realização da colonoscopia com o objetivo de se diagnosticar a lesão que sangrou e, se possível, remove-la durante o exame.
Uma vez que o teste só diagnostica as lesões que estão sangrando no momento da coleta das fezes, a eficácia dessa forma de detecção precoce depende da repetição anual desse exame.
Retossigmoidoscopia
Trata-se do exame endoscópico da porção final do intestino grosso, realizado através do ânus.
O médico visualiza o revestimento interno do cólon sigmóide e do reto o que permite diagnosticar pólipos ou pequenos cânceres localizados somente nesses segmentos intestinais.
É realizado em consultório ou hospital e o preparo é realizado através de lavagem retal.
A combinação da pesquisa de sangue oculto e da retossigmoidoscopia realizadas a cada três ou cinco anos é uma forma eficaz de prevenir o câncer do intestino grosso.
Colonoscopia
A colonoscopia é o exame endoscópico de todo o cólon e do reto. É realizada em hospital ou clínica após preparo intestinal objetivando remover as fezes do intestino e também sob sedação leve (para detalhes, ver seção de Colonoscopia).
É o exame que deve ser solicitado quando a pesquisa de sangue oculto nas fezes é positiva ou quando há achado de pólipos à retossigmoidoscopia.
Um número cada vez maior de médicos opta por oferecer prevenção através da colonoscopia como exame inicial.
A possibilidade de examinar todo o intestino bem como identificar, remover ou biopsiar (colher amostra de tecido para análise) pólipos e lesões maiores encontradas torna essa opção de prevenção bastante atraente.
Por outro lado, a necessidade de preparo intestinal e sedação representam as maiores desvantagens da técnica.
Quem deve fazer o quê e quando?
Cabe a seu médico e você decidirem qual o melhor programa de prevenção do câncer do intestino grosso para você e sua família.
Procure conhecer seus antecedentes familiares de doenças graves.
Se você não tem antecedente familiar de câncer do intestino grosso ou pólipos, a prevenção pode começar aos 50 anos de idade. Se você tem mais de 50 anos e nunca preveniu, já é hora de faze-lo.
Se você tem um parente próximo que teve câncer do intestino grosso antes dos 50 anos, procure seu médico e fale sobre isso com ele. Sua prevenção deverá ter início antes dos 50 anos e procure saber desde já mais detalhes do caso e se esse seu parente foi o único da família.
Se você já fez uma colonoscopia e foram encontrados um ou mais pólipos, a essa altura você já deve saber quando repetir o exame. Se não, procure um coloproctologista.
DICAS
adote hábitos de vida saudáveis
pratique atividade física
controle o stress
não fume
não beba em excesso
evite gordura animal sempre que possível
prefira legumes, verduras, cereais e frutas
não se esqueça da prevenção dos outros tipos de câncer (de próstata, de mama e de colo do útero)
lembre-se: prevenção diz respeito a ausência de sintomas. Se você tem sintomas de dor abdominal, emagrecimento sem dieta, alteração de hábito intestinal ou sangramento, procure um coloproctologista sem demora.
O câncer do intestino grosso
O cólon, incluindo o reto, é o sítio mais freqüente de tumores primários do que qualquer outro órgão do corpo humano.
Trata-se do quinto tipo de tumor maligno mais freqüente no Brasil.
Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, estima-se que ocorrem no Brasil, cerca de 20.000 casos novos de câncer do intestino grosso (ou colorretal, ou do cólon e do reto) e que cerca de 7.000 brasileiros morrem por conta da doença anualmente.
A chance de uma pessoa desenvolver câncer do intestino grosso ao longo de sua vida é de, em média, 1 em 20.
O risco de se desenvolver câncer do intestino grosso após os 50 anos é de cerca de 1%.
Por que prevenir?
O câncer colorretal é um mal silencioso. A maioria dos tumores do intestino grosso não leva a qualquer sintoma até que tenha atingido um tamanho considerável o que diminui as chances de cura.
A chance de obter cura para os indivíduos com câncer colorretal e com sintomas é de cerca de 50% e pouco melhorou nos últimos 50 anos apesar dos avanços alcançados no seu diagnóstico e tratamento. Por outro lado, a chance de curar um indivíduo para o qual foi feito diagnóstico de câncer antes de ele desenvolver sintomas é de 80%.
Por isso, a melhor forma de se reduzir a chance de morrer de câncer colorretal é através de seu diagnóstico precoce. Só é possível diagnosticar precocemente se praticamos a prevenção, conhecida no meio médico como rastreamento.
A maioria dos casos de câncer colorretal se origina a partir de precursores benignos, os pólipos. Se os pólipos forem removidos, o câncer pode ser evitado.
Quem tem maior risco de desenvolver câncer do intestino grosso?
Eis os grupos de indivíduos com maior chance de desenvolver câncer do cólon e do reto:
Toda a população com mais de 50 anos
Os indivíduos com história familiar de:
câncer do intestino,
pólipos do intestino,
câncer do endométrio (útero),
câncer de mama, e
câncer de ovário.
Os pacientes com doença inflamatória intestinal de longa evolução
De um modo geral, quanto mais jovens forem os antecedentes familiares dos tumores acima relacionados, maior o risco de se ter o tumor.
Existem também evidências acerca do papel das gorduras saturadas na origem do câncer do intestino grosso. A dieta pobre em gordura animal e rica em fibras (legumes, verduras, cereais e frutas) é fator protetor contra o câncer do intestino.
Modernamente, a American Society of Cancer elaborou um modelo de dieta rica em frutas, vegetais e fibras e pobre em gorduras para prevenção do câncer colorretal (ver tabela abaixo).
Prevenção do câncer colorretal: Recomendações dietéticas
Limitar a ingestão de gordura em 25-30% das calorias diárias
Aumentar a quantidade e variedade de frutas e vegetais (5 porções diárias)
Ingerir 20-30 gramas de fibras por dia
Introduzir 3 gramas de carbonato de cálcio por dia
Qual a relação entre constipação e câncer do intestino grosso?
Nenhuma. Pacientes constipados não têm maior chance de vir a ter câncer do intestino grosso exclusivamente por causa da constipação.
No entanto, entende-se que a permanência de carcinógenos (normalmente presentes na dieta) ingeridos por qualquer pessoa em contato com a parede do intestino por mais tempo, como acontece com os indivíduos constipados, pode teoricamente aumentar as chances de transformação maligna.
Portanto, uma vez que a melhor forma de tratar a constipação intestinal é através da dieta de fibras, que protege contra o câncer do intestino grosso, pode-se dizer que combater a constipação provavelmente previne o câncer.
Rastreamento e vigilância: o que são?
O rastreamento refere-se aos esforços no sentido de se diagnosticar o câncer colorretal ou seus precursores (os pólipos) em indivíduos sem quaisquer sintomas. Como resultado, aumenta-se a chance de cura para esse indivíduo, caso seja diagnosticado o câncer colorretal.
A vigilância diz respeito ao indivíduo que já teve câncer (e que tem risco aumentado de desenvolver outro) ou que se encontra em uma situação de risco muito aumentado (por exemplo, os pacientes com colites graves de longa duração).
Como se faz a prevenção?
Através de exames preventivos.
Os exames devem ser solicitados pelo seu médico seja ele generalista ou especialista. Existem diretrizes ou protocolos de sociedades médicas já bem estabelecidos para esse fim.
Cabe ao seu médico escolher qual a melhor forma de prevenção para você: ou seja quais exames serão solicitados e com qual freqüência eles devem ser realizados. Os exames que podem ser utilizados são:
a pesquisa de sangue oculto nas fezes,
a retossigmoidoscopia, e
a colonoscopia.
Pesquisa de sangue oculto nas fezes
Trata-se de um exame simples e de fácil realização e necessita apenas da coleta de fezes e seu encaminhamento ao laboratório. Há uma dieta a ser seguida e medicações que devem ser evitadas antes da coleta das fezes.
Cânceres e seus precursores (os pólipos) sangram. O teste detecta quantidades mínimas de sangue (invisíveis) presentes nas fezes.
Desta forma, a positividade desse teste deve dirigir o paciente à realização da colonoscopia com o objetivo de se diagnosticar a lesão que sangrou e, se possível, remove-la durante o exame.
Uma vez que o teste só diagnostica as lesões que estão sangrando no momento da coleta das fezes, a eficácia dessa forma de detecção precoce depende da repetição anual desse exame.
Retossigmoidoscopia
Trata-se do exame endoscópico da porção final do intestino grosso, realizado através do ânus.
O médico visualiza o revestimento interno do cólon sigmóide e do reto o que permite diagnosticar pólipos ou pequenos cânceres localizados somente nesses segmentos intestinais.
É realizado em consultório ou hospital e o preparo é realizado através de lavagem retal.
A combinação da pesquisa de sangue oculto e da retossigmoidoscopia realizadas a cada três ou cinco anos é uma forma eficaz de prevenir o câncer do intestino grosso.
Colonoscopia
A colonoscopia é o exame endoscópico de todo o cólon e do reto. É realizada em hospital ou clínica após preparo intestinal objetivando remover as fezes do intestino e também sob sedação leve (para detalhes, ver seção de Colonoscopia).
É o exame que deve ser solicitado quando a pesquisa de sangue oculto nas fezes é positiva ou quando há achado de pólipos à retossigmoidoscopia.
Um número cada vez maior de médicos opta por oferecer prevenção através da colonoscopia como exame inicial.
A possibilidade de examinar todo o intestino bem como identificar, remover ou biopsiar (colher amostra de tecido para análise) pólipos e lesões maiores encontradas torna essa opção de prevenção bastante atraente.
Por outro lado, a necessidade de preparo intestinal e sedação representam as maiores desvantagens da técnica.
Quem deve fazer o quê e quando?
Cabe a seu médico e você decidirem qual o melhor programa de prevenção do câncer do intestino grosso para você e sua família.
Procure conhecer seus antecedentes familiares de doenças graves.
Se você não tem antecedente familiar de câncer do intestino grosso ou pólipos, a prevenção pode começar aos 50 anos de idade. Se você tem mais de 50 anos e nunca preveniu, já é hora de faze-lo.
Se você tem um parente próximo que teve câncer do intestino grosso antes dos 50 anos, procure seu médico e fale sobre isso com ele. Sua prevenção deverá ter início antes dos 50 anos e procure saber desde já mais detalhes do caso e se esse seu parente foi o único da família.
Se você já fez uma colonoscopia e foram encontrados um ou mais pólipos, a essa altura você já deve saber quando repetir o exame. Se não, procure um coloproctologista.
DICAS
adote hábitos de vida saudáveis
pratique atividade física
controle o stress
não fume
não beba em excesso
evite gordura animal sempre que possível
prefira legumes, verduras, cereais e frutas
não se esqueça da prevenção dos outros tipos de câncer (de próstata, de mama e de colo do útero)
lembre-se: prevenção diz respeito a ausência de sintomas. Se você tem sintomas de dor abdominal, emagrecimento sem dieta, alteração de hábito intestinal ou sangramento, procure um coloproctologista sem demora.
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domingo, 31 de março de 2013
Mais Informações sobre o Cocô:
POR QUE O COCÔ FLUTUA?
Nem todo cocô flutua. Os que não têm uma quantidade considerável de gordura ou bolhinhas de ar no seu interior afundam como uma âncora. Tudo depende da alimentação. Alimentos como feijão e repolho aumentam o volume de gás nas fezes, o que resulta em puns, mas não faz mal. Já o excesso de gordura não é saudável: fezes engorduradas geralmente indicam problemas no pâncreas ou no fígado.
FAZ MAL COMER COCÔ?
Além de ser nojento, faz mal, sim. O cocô carrega entre 150 e 500 tipos de bactérias em alta concentração – são até 10 trilhões por grama – que podem causar infecções graves. A Associação Dentária Americana recomenda inclusive que escovas de dentes fiquem a pelo menos 2 metros dos vasos sanitários para evitar contaminação
POR QUE É MARROM?
O cocô é colorido pela estercobilina, um pigmento escuro formado no final da digestão a partir da oxidação do estercobilinogênio, que, por sua vez, é produto da digestão da bílis – líquido que ajuda a quebrar a gordura e absorver nutrientes no intestino. Quanto mais as fezes demoram para sair, mais estercobilina é produzida, e a coisa vai ficando preta.
EXAMINAR COCÔ AJUDA A DESVENDAR CRIMES?
Pode ajudar, sim. Dá para identificar um suspeito por amostras de DNA retiradas de fezes e até mapear o comportamento do criminoso a partir da sua alimentação mais recente. Também é possível examinar o trato digestivo para investigar, por exemplo, se o suspeito engoliu drogas para transportar.
DÁ PRA FAZER ADUBO COM FEZES HUMANAS?
Dá. A técnica mais comum é a de compostagem em privadas secas. São caixas ocas que misturam fezes e serragem, o que serve para eliminar odores e facilitar a decomposição. Mas tome cuidado: sem os cuidados necessários, você pode ter um adubo com bactérias capazes de contaminar o alimento adubado
POR QUE O MILHO APARECE INTACTO NAS FEZES?
Para triturar fibras insolúveis, como as do milho, só com muita mastigação. Os pedaços que escapam dos seus dentes passam intactos pelo trato digestivo e chegam à privada da mesma forma. E isso não é ruim: as fibras não digeridas amaciam o cocô, facilitando a saída.
QUANTO UMA PESSOA PRODUZ DIARIAMENTE?
Uma produção de fezes considerada normal varia de 150 a 450 gramas por dia, o que significa que 160 quilos de cocô por ano é uma produção perfeitamente normal e saudável. A freqüência de idas ao trono não demanda atenção especial caso esteja dentro dos limites de três vezes ao dia até três vezes por semana.
POR QUE FEDE?
O fedor do cocô – e do pum – é causado por compostos sulfurosos produzidos pelas bactérias em contato com o alimento no intestino. Doenças como pancreatite, fibrose cística e infecções intestinais atrapalham a digestão, e os restos de alimentos não digeridos aumentam a catinga. Alguns alimentos, como a carne, também turbinam o odor das fezes.
FAZER SENTADO É O MELHOR JEITO?
Não. Para aliviar a barra, a melhor pedida é agachar-se. Essa posição relaxa a musculatura que controla a saída do cocô e deixa o reto – canal que desemboca no ânus – mais reto, evitando que restos de fezes se acumulem, o que pode facilitar o surgimento de apendicite e de infecções no cólon.
A COR REVELA PROBLEMAS DE SAÚDE?
Sim. Variações na cor das fezes podem indicar tanto o que você comeu no almoço quanto problemas de saúde:
Preto
Alimentos: Ricos em ferro, como bife de fígado
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo superior (acima do intestino)
Verde
Alimentos: Espinafre e outras folhas verdes
Problemas de saúde: Diarréia
Vermelho
Alimentos: Beterraba
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo inferior (do intestino para baixo)
Amarelo
Problemas de saúde: Doença no pâncreas (gordura nas fezes)
Cinza esbranquiçado
Problemas de saúde: Doença no fígado ou bloqueio do duto que expele a bílis
Nem todo cocô flutua. Os que não têm uma quantidade considerável de gordura ou bolhinhas de ar no seu interior afundam como uma âncora. Tudo depende da alimentação. Alimentos como feijão e repolho aumentam o volume de gás nas fezes, o que resulta em puns, mas não faz mal. Já o excesso de gordura não é saudável: fezes engorduradas geralmente indicam problemas no pâncreas ou no fígado.
FAZ MAL COMER COCÔ?
Além de ser nojento, faz mal, sim. O cocô carrega entre 150 e 500 tipos de bactérias em alta concentração – são até 10 trilhões por grama – que podem causar infecções graves. A Associação Dentária Americana recomenda inclusive que escovas de dentes fiquem a pelo menos 2 metros dos vasos sanitários para evitar contaminação
POR QUE É MARROM?
O cocô é colorido pela estercobilina, um pigmento escuro formado no final da digestão a partir da oxidação do estercobilinogênio, que, por sua vez, é produto da digestão da bílis – líquido que ajuda a quebrar a gordura e absorver nutrientes no intestino. Quanto mais as fezes demoram para sair, mais estercobilina é produzida, e a coisa vai ficando preta.
EXAMINAR COCÔ AJUDA A DESVENDAR CRIMES?
Pode ajudar, sim. Dá para identificar um suspeito por amostras de DNA retiradas de fezes e até mapear o comportamento do criminoso a partir da sua alimentação mais recente. Também é possível examinar o trato digestivo para investigar, por exemplo, se o suspeito engoliu drogas para transportar.
DÁ PRA FAZER ADUBO COM FEZES HUMANAS?
Dá. A técnica mais comum é a de compostagem em privadas secas. São caixas ocas que misturam fezes e serragem, o que serve para eliminar odores e facilitar a decomposição. Mas tome cuidado: sem os cuidados necessários, você pode ter um adubo com bactérias capazes de contaminar o alimento adubado
POR QUE O MILHO APARECE INTACTO NAS FEZES?
Para triturar fibras insolúveis, como as do milho, só com muita mastigação. Os pedaços que escapam dos seus dentes passam intactos pelo trato digestivo e chegam à privada da mesma forma. E isso não é ruim: as fibras não digeridas amaciam o cocô, facilitando a saída.
QUANTO UMA PESSOA PRODUZ DIARIAMENTE?
Uma produção de fezes considerada normal varia de 150 a 450 gramas por dia, o que significa que 160 quilos de cocô por ano é uma produção perfeitamente normal e saudável. A freqüência de idas ao trono não demanda atenção especial caso esteja dentro dos limites de três vezes ao dia até três vezes por semana.
POR QUE FEDE?
O fedor do cocô – e do pum – é causado por compostos sulfurosos produzidos pelas bactérias em contato com o alimento no intestino. Doenças como pancreatite, fibrose cística e infecções intestinais atrapalham a digestão, e os restos de alimentos não digeridos aumentam a catinga. Alguns alimentos, como a carne, também turbinam o odor das fezes.
FAZER SENTADO É O MELHOR JEITO?
Não. Para aliviar a barra, a melhor pedida é agachar-se. Essa posição relaxa a musculatura que controla a saída do cocô e deixa o reto – canal que desemboca no ânus – mais reto, evitando que restos de fezes se acumulem, o que pode facilitar o surgimento de apendicite e de infecções no cólon.
A COR REVELA PROBLEMAS DE SAÚDE?
Sim. Variações na cor das fezes podem indicar tanto o que você comeu no almoço quanto problemas de saúde:
Preto
Alimentos: Ricos em ferro, como bife de fígado
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo superior (acima do intestino)
Verde
Alimentos: Espinafre e outras folhas verdes
Problemas de saúde: Diarréia
Vermelho
Alimentos: Beterraba
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo inferior (do intestino para baixo)
Amarelo
Problemas de saúde: Doença no pâncreas (gordura nas fezes)
Cinza esbranquiçado
Problemas de saúde: Doença no fígado ou bloqueio do duto que expele a bílis
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