terça-feira, 21 de junho de 2016

Forrar o vaso com papel higiênico não adianta nada: veja macetes para banheiro público

Muita gente deixa para usar banheiro público apenas em situações extremamente necessárias. Além do nojinho, o medo de pegar doenças é muito grande. Em um esforço para evitar contato com as bactérias que passeiam pela porcelana, há quem use papel higiênico para forrar o vaso. Mas será que esse cuidado é mesmo necessário? Descubra a seguir.
Segundo o microbiólogo Jason Tetro, autor do livro “The Germ Code: How to Stop Worrying and Love the Microbes” (O código dos germes: Como parar de se preocupar e passar a amar os micróbios, em tradução livre) “a menos que você lamba o assento, não há risco de pegar uma infecção”. O motivo para isso não é a ausência de bactérias no vaso, ele está repleto delas, mas sim a ausência de uma porta de entrada no seu corpo para elas.
No entanto, de acordo com o pesquisador em entrevista para o canal CBC News, o risco se torna um pouco maior se você encostar sua genitália na privada, por isso, cuide para que não haja esse contato.

Cuidados de higiene no banheiro

  • Evite o sabonete em barra: eles acumulam bactérias de quem limpou as mãos com ele. Prefira o líquido.
  • Papel higiênico: se ele estiver apoioado no chão, no vaso, sujo ou úmido, não use.
  • Não use toalhas de pano: assim como o sabonete em barra, elas acumulam bactérias. Evite.
  • Lave as mãos: essa atitude básica é capaz de te livrar de todas as bactérias. 


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Por que fazer cocô só em casa é um hábito que sabota sua própria saúde

Quando você viaja e passa um tempo fora de casa já sofre ao lembrar que, durante um bom período, não vai conseguir ir ao banheiro? O problema de constipação intestinal é bastante comum desta forma porque o ato de fazer cocô também possui uma característica comportamental.


Além de causar dor abdominal, inchaço e irritabilidade, a prisão de ventre, conhecida por quem evacua menos de duas vezes por semana, ainda pode provocar problemas sérios de saúde. Portanto, é fundamental abandonar o hábito de apenas fazer cocô dentro do ambiente do lar.
Quando você passa muitos dias sem ir ao banheiro, os resíduos de alimentos que permanecem muito tempo no seu intestino acabam ficando mais secos e duros, fazendo com que ocorra a dificuldade ainda maior na hora de expelir.
Além disso, se o organismo acaba se acostumando com a diminuição de frequência com a qual você faz cocô, o intestino se torna mais preguiçoso, provocando um ciclo vicioso que compromete sua saúde. Vale lembrar ainda que estresse, ansiedade e depressão são outros fatores emocionais que podem atrapalhar o bom funcionamento do intestino.



domingo, 19 de junho de 2016

Terapia do Cocô

Segundo o psicoterapeuta Fernando Vieira Filho, o perdão não é um bem feito para aquele que machucou ou destruiu algum tipo de confiança. Ele, na verdade, serve para a pessoa que guarda sentimentos como mágoa e ódio. Para acabar com esses sentimentos que são nocivos apenas para quem os nutre, o psicólogo apresenta em seu livro "Cure suas mágoas e seja feliz" a terapia do cocô. Embora pareça brincadeira, a técnica consiste em eliminar todos os sentimentos ruins juntos com as fezes.

Como deixar a mágoa e o ódio de lado

“Ressentimentos, ódio e culpa são lixos emocionais que carregamos na mente, seja consciente ou inconscientemente. A partir do momento em que nos tornamos conscientes da existência deles, devemos eliminá-los assim como fazemos com as fezes, que também são lixos eliminados pelo organismo. Ao tirar tudo o que não tem utilidade, o organismo fica mais leve”, explica o especialista.
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Mas não basta apenas imaginar a eliminação desses sentimentos. Existe uma técnica específica. “Quando evacuar, antes de dar descarga, imagine que aquela pessoa que o machucou e irritou, e fez com o que seu ódio subisse, está, simbolicamente, “grudada” nas fezes. Nessa hora, olhe para elas e dê um adeus com uma sonora descarga, imaginando a sua raiva, seu ódio e as chateações indo embora com aquilo. Nesse momento você pode dar nome ao cocô, chamando-o de fulano ou fulana, e diga para irem ao local a eles destinado: o esgoto”, orienta Fernando.
Segundo o terapeuta, a técnica funciona porque o ódio nada mais é do que dejeto do amor. “Tudo isso é uma simbologia que não deixa de ser realidade, ninguém guarda o cocô, a gente dá descarga e ele vai embora, significa que nós não podemos carregar o ódio, e a descarga simboliza o descarregar das nossas emoções”, finaliza.