quarta-feira, 25 de julho de 2018

POR QUE TOMAR CAFÉ PODE DAR VONTADE DE FAZER COCÔ?

Já está comprovado que a cafeína é um excelente estimulante para o cérebro, mas algumas pessoas devem ter reparado que o café também é capaz de despertar uma outra parte do corpo. Pois é, para alguns de nós, uma simples xícara de café é suficiente para dar aquela vontade de fazer o número 2.

Apesar de existirem muitos estudos que procuram entender o efeito que o café tem no organismo, os cientistas ainda buscam determinar qual característica de uma das bebidas mais consumidas do mundo é capaz de fazer com que seus apreciadores corram para o banheiro. Embora eles ainda não tenham encontrado a resposta, já há bons palpites que nos permitem entender mais sobre nosso organismo.



O estudo científico

Um estudo – publicado em 1990 no periódico de gastroenterologia Gut – descobriu que, em alguns indivíduos, o café induz uma “resposta do cólon do intestino” apenas alguns minutos após a ingestão da bebida. Embora o estudo não tenha conseguido identificar a exata causa que desencadeia esse processo, os pesquisadores levantaram a hipótese de que o café afeta de alguma maneira o tecido epitelial que fica entre o estômago e o intestino delgado.
O mesmo estudo apontou que o café desencadeia a liberação de gastrina – um hormônio produzido dentro do estômago e conhecido por aumentar a atividade do cólon. Como essa região é a mais próxima do reto, os cientistas concluíram que o aumento da atividade se devia aos efeitos laxativos do café.
Embora alguns profissionais de saúde acreditem que a cafeína presente na bebida seja a principal responsável por intensificar a função motora (ou contrações) do cólon, o estudo sugere que até mesmo o café descafeinado desencadeia aquela vontade de ir ao banheiro para alguns indivíduos. Isso fez com que os pesquisadores concluíssem que não se trata da cafeína, mas sim de alguma outra substância presente no café.

O mistério do café

Parece contraditório que o fato de que beber café – que já foi considerado um diurético ou uma bebida capaz de desidratar – cause movimentos intestinais. Além disso, a desidratação é uma causa comum de constipação. Por outro lado, pesquisas mais recentes demonstraram que o café não possui as propriedades diuréticas que lhe foram atribuídas anteriormente.
Um estudo publicado em 2003 no Journal of Human Nutrition and Dietetics apontou que uma forte resistência às propriedades diuréticas do café se desenvolve frequentemente em pessoas que consomem a bebida regularmente. Na verdade, os autores do estudo descobriram que a dose de cafeína presente em duas ou três xícaras de café não afeta a quantidade média de urina normalmente excretada.


terça-feira, 24 de julho de 2018

ESCALA DE BRISTOL - TIPOS DE COCÔ


A CONSISTÊNCIA DO SEU COCÔ DIZ MUITO SOBRE A SUA SAÚDE

Eu faço, você faz, a rainha da Inglaterra faz e a Sandy também faz: cocô. Esse gesto tão comum pode trazer uma série de informações sobre a nossa saúde. Entretanto, o assunto costuma ser um tabu em lugares em que as discussões são mais filosóficas. Mas não aqui no Mega: assim como abrimos espaço para falar sobre ciência, comportamento e religião, às vezes nós também falamos de m&®d@, digo, de fezes.
Você já deve ter reparado que nem sempre elas saem do seu corpo com a mesma consistência, e isso pode indicar algo ruim que está rolando dentro de você em silêncio. Fatores como a constipação ou a falta de fibras podem ser detectados apenas olhando para o formato do seu cocô.
Em 1998, os pesquisadores Stephen Lewis e Ken Heaten, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, elaboraram uma escala com 7 tipos diferentes de fezes, que vão desde a constipação até a diarreia. Assim fica mais fácil de você descrevê-las para o seu médico sem a necessidade de coletar amostras.
É importante salientar que fatores pontuais podem mudar suas fezes de um dia para o outro. Um dia que você não tome água, por exemplo, pode fazer seu corpo produzir fezes mais ressecadas, mas isso é normal! Entretanto, qualquer mudança significativa na sua evacuação deve ser analisada por um médico. Confira a escala criada pelos cientistas:

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Como Peidar disfarçado em Público




9 TÁTICAS MATADORAS PARA PEIDAR DISCRETAMENTE EM PÚBLICO

Se peidar em público fosse crime, você seria um fora da lei?

Não pode segurar pum que faz mal“. Se você já ouviu isso da sua avózinha, como explicar pra ela que há regras sociais que nos impedem de alcançar esse tipo de felicidade alívio?
Mas, como sabemos que “regras existem para serem quebradas”, encontramos algumas maneiras de soltar aquela bufa em público disfarçadamente.

1-PEIDO À PASSO:A cada passo dado você vai soltando os punzinhos(peidos,puns,gases),dando assovios ,cantando sem se importar quem vir atrás de você









2-PEIDO À TOSSE:Você precisa peidar(gases acumulados) mas com uma pequena porção de pessoas ao seu redor?! Não queira ouvir o barulhão ou "rojão" ou "bomba" dos seus puns, você pode inventar ou fazer um ruido,barulho mais alto: tossindo,bate na mesa ou outro lugar,etc...




3-PEIDO DETETIVE:Você já sabe que vai sair aquele barulho no seu pum,mas também se prepare ao sair aquele cheiro podre dentro de você,basta procurar um ambiente com odor pior: banheiro públicos,alguém lá fazendo cocô,perto de esgoto,fossa,lugares fedidos pra ninguém levantar suspeita que você soltou um fedido!




4-PEIDO À SOM:É aquele pum que você solta a barulhos feitos pela boca,sons,batidas tipo batucada,rap,introduzindo uma música,soltando aos poucos seus gases,nos aplausos,nem vão reparar no fedor.




5-PEIDO SENSUAL:É  aquele que você está sentada(o) ,vai mudando de posição na cadeira/sofá e tenta disfarçadamente com as mãos abrir as nádegas(bumbum,bunda) pra sair aquele gás sem ser vulgar.


6-PEIDO ACUSADO:Pode ser chamado de dedo-duro também,é aquele que você solta um pum e põe a culpa no outro,talvez mais fedido pois não tomou banho,ou se a pessoa acusada comeu aquele prato ou ovo cozido,que provoca muitos gases fedidos .

7-PEIDO DANCE:É aquele peido que você começa a dançar,e com os movimentos ,vai se soltando e liberando os gases dentro de você,sem ninguém perceber,apenas vendo sua performance 


8-PEIDO DERRUBA:É o peido que você derruba algo no chão,e na hora de agachar,baixar pra pegar o objeto,você ainda grita ou reclama( que saco) soltando o fedido,saindo depois logo em seguida pra ninguém acusar você o culpado do cheiro podre no recinto(ambiente) 


9-PEIDO SEGURO:É aquele que você não solta e sim prende ele,ou peida pra dentro,rss,mas não aconselho a fazer isso porque o barulho pode ser mais na sua barriga e pode fazer mal a saúde,pode danificar seu estômago e intestinos








domingo, 22 de julho de 2018

INTESTINO x MENSTRUAÇÃO


É NORMAL O INTESTINO FICAR DESREGULADO DURANTE A MENSTRUAÇÃO?


Você já sentiu que seu intestino ficou desregulado durante a menstruação? Pois saiba que dores na barriga e alterações na evacuação são comuns nesse período, na segunda fase do ciclo menstrual nosso corpo sofre influência principalmente da progesterona, que causa mais estase, ou seja, diminuição dos movimentos intestinais e de todo o trânsito gastrintestinal. Então, pode ficar tranquila, porque não há nada errado. Entenda por que isso acontece com você!


Entenda o que acontece com o movimento intestinal nesse período



No período menstrual o corpo sofre influência de fatores inflamatórios como as prostaglandinas (substâncias que agem como hormônios), que em parte são liberadas pelo endométrio. “A principal ação das prostaglandinas é a contração uterina para descamação endometrial (menstruação) e age também aumentando a motilidade (movimento) intestinal”. Dessa forma, é comum aumentar a frequência de evacuações e também mudanças na consistência das fezes logo no início do ciclo.




No período que antecede a menstruação também pode haver um aumento na produção de gases. E o culpado é o hormônio progesterona, que diferente da prostaglandina, deixa a movimentação intestinal mais lenta. Uma paciente que apresente TPM e cometa alguns excessos alimentares também pode corroborar com esse processo. Além disso, algumas pacientes podem reter um pouco mais de líquidos nesse período, com mamas mais inchadas e doloridas



Quais são as recomendações médicas quando isso acontecer?




Não há muito com o que se preocupar em relação a isso.Se houver diarreia, ela geralmente é autolimitada e a paciente pode aumentar a ingestão de líquidos e usar medicamento se houver cólica. Se for uma condição frequente, ela deve procurar seu médico para uma avaliação da dieta, alergias ou intolerâncias alimentares que possam estar associadas

sábado, 21 de julho de 2018

Papel Higiênico x Higiene Íntima



USAR PAPEL HIGIÊNICO NÃO É A MELHOR OPÇÃO PARA SUA HIGIENE ÍNTIMA!


     De acordo com especialistas, além de não sabermos fazer cocô da maneira certa, ainda estamos nos limpando de uma forma completamente equivocada.Não tem nada mais rotineiro que limparmos nossa região intima com papel higiênico após uma bela aliviada no banheiro. Porém, essa não é a maneira ideal de praticarmos essa higienização, pelo menos é o que afirmam os especialistas.

     O primeiro motivo para o uso do papel higiênico não ser o mais recomendado é pelo simples motivo de que ele não limpa realmente toda a região.
E na tentativa de fazer um “trabalho bem feito” muitas pessoas costumam esfregar o papel, esquecendo-se que ele foi criado unicamente para secar e tirar os excessos e não para realmente fazer uma limpeza 100% eficiente do local.
Sendo assim, o papel pode muitas vezes arranhar a região e acabar ferindo a pele. Uma forma de entender isso na prática é esfregando o papel higiênico nos lábios, rapidamente vai perceber que a boca fica sensível. O mesmo acontece lá embaixo.
Além disso há possíveis alergias que o produto pode causar, devido ao produtos químicos que são utilizados em sua fabricação,quanto mais estampas, desenhos ou perfume tiver o papel, mais nocivo à saúde ele será.
Para as mulheres é ainda pior e perigoso,porque pela fabricação junto com produtos químicos aonde contém alvejantes pode irritar a pele,região genital e anal!

Um perigo às mulheres?

Diferente dos homens, que possuem uma certa distância entre o ânus e o buraquinho da uretra, nas mulheres a proximidade entre a vagina e o reto torna muito mais fácil de, no movimento de se limpar, levar bactérias de um lugar para o outro, o que pode causar uma série de complicações, como inflamações, corrimento ou até infecção vaginal pois o material de que é feito o papel costuma esfarelar, ou seja, soltar pequenos pedacinhos que podem ficar presos na vagina e causar infecções ou irritação.

Mas então, como fazer?

Tanto para os homens quanto para as mulheres, os especialistas recomendam, sem sombras de dúvidas, fazer a higienização do local com água. Ou seja, deu a descarga, já liga a ducha. Ou o chuveirinho, nesse segundo caso o papel higiênico entra depois, para apenas secar (sem esfregar).
Além de não machucar, essa é a única limpeza que efetivamente vai limpar toda as fezes e urina que possam estar alojadas na região. Porém, mulheres não dariam conta de tomar banho toda vez que fizessem xixi e a gente bem sabe que de vez em quando rola um cocôzinho na firma. E agora?
Tenha em mente que se você escolher um papel higiênico neutro, sem perfume e com estampas suaves (ou sem estampa), o que fará mal realmente é como usamos o produto. Então lembre-se de não esfregá-lo na região. Ás mulheres especificamente, outro cuidado deve ser tomado na hora de passar o papel.
 O movimento recomendado é sempre de frente para trás, para evitar trazer bactérias da região anal para a vulva
Muitos sites recomendam como substituto do papel o uso de lenços umedecidos, os mesmos usados em bebês, pois a umidade e a textura suave ajudaria a limpar com mais eficiência a sujeira.
Há alguns ginecologistas que são contra a prática pois alegam que o lencinho pode ter mais componentes químicos que o papel, além de retirar a camada protetora da mucosa vaginal.
Na dúvida, pergunte ao seu médico qual a maneira mais indicada. No desespero, use o papel higiênico, sem esfregar e tome um banho assim que chegar em casa!


sexta-feira, 20 de julho de 2018

O que pode ser a Dor no Intestino e como tratar

  Alterações no intestino são causas comuns de dor na barriga, que podem ser provocadas tanto por causas leves e que não geram muito desconforto, como também podem ter causas graves e que, se não forem rapidamente tratadas, podem colocar a vida da pessoa em risco. 
Algumas das causas mais comuns incluem prisão de ventre, infecções, intolerância a alimentos, inflamações ou, até, tumores, que podem provocar dor e outros sintomas como enjôo, vômitos, diarréia ou alterações nas fezes. Para identificar o que pode ser a dor na barriga, e confirmar se é ou não devido a uma alteração no intestino, é muito importante procurar atendimento com o médico, que poderá fazer as avaliações clínicas e solicitar exames que confirmam a causa. 

Apesar de somente a avaliação médica poder identificar com exatidão do que se trata a dor no intestino, resumimos aqui algumas das principais causas, que incluem:

1. Prisão de ventre

Também conhecida como constipação ou obstipação, a prisão de ventre surge quando há menos de 3 evacuações por semana, provocando fezes ressecadas, endurecidas e que apresentam mais dificuldade em serem eliminadas, além de sensação de esvaziamento incompleto do intestino, inchaço e desconforto abdominal. 
A prisão de ventre é muito comum, e costuma ser mais frequente em pessoas que não têm um hábito de utilizar rotineiramente o banheiro, segurando a vontade de defecar, além de alimentação pobre em fibras e água, uso de certos remédios, como antidepressivos, antiinflamatórios, corticóides ou psicotrópicos, e doenças, como diabetes, hipotireoidismo, Parkinson ou outras doenças neurológicas, por exemplo.
  • O que fazer: além de mudanças nos hábitos alimentares, aumentando a quantidade de fibras e água na dieta, é recomendado procurar o atendimento médico para orientar a necessidade de uso de laxantes, ou o tratamento para a causa que provocou este sintoma. 

2. Diarréia

Surge quando há 4 ou mais evacuações por dia, com alteração na consistência e no conteúdo das fezes, sendo que a causa mais comum é a gastroenterite, provocada por infecções virais ou bacterianas, que provoca dor abdominal devido ao aumento do peristaltismo e contrações no intestino, além de náuseas, vômitos e, em alguns casos, febre.
Outras causas de diarréia e dor abdominal também incluem vermes intestinais, doenças que provocam alterações na absorção do alimentos, como na doença celíaca, intolerância a alimentos, uso de remédios ou intestino irritável, por exemplo. 
  • O que fazer: o tratamento da diarréia depende da causa, e é orientada pelo médico, podendo incluir uso de antibióticos para tratar infecções, anti-espasmódicos para diminuir as cólicas, hidratação e cuidados com a alimentação. 

3. Síndrome do intestino irritável

Também conhecida como síndrome do cólon irritável, é uma desordem funcional do intestino provoca quadros de dor abdominal que melhoram após a defecação, além de mudanças na frequência, consistência e aparência das fezes, alternando entre períodos de diarréia e prisão de ventre. Apesar de não se compreender exatamente a causa desta síndrome, sabe-se que é piorada em períodos de estresse e ansiedade.
  • O que fazer: em caso de suspeita de síndrome do intestino irritável, é necessário procurar atendimento do médico gastroenterologista, que poderá fazer a avaliação clínica e solicitar exames que podem excluir outras causas e confirmar a doença. Alguns medicamentos como analgésicos, antiespasmóficos, constipantes ou laxantes podem ser úteis para aliviar os sintomas. 

4. Intolerância alimentar

A intolerância a certos alimentos, incluindo as mais comuns como lactose, glúten, levedura, álcool ou frutose, por exemplo, são importantes causas de sintomas como dor na barriga, diarréia, desconforto e inchaço abdominal.
Geralmente, a intolerância é provocadas pela falta da enzima responsável pela digestão do alimentos, os sintomas costumam surgir ou piorar sempre após comer os alimentos responsáveis.
  • O que fazer: se existe suspeita de intolerância alimentar, é indicado o acompanhamento com o gastroenterologista em conjunto com o nutricionista. Geralmente, é indicado evitar o alimento, entretanto, em alguns casos é possível fazer a reposição da enzima em falta. 

5. Doença inflamatória intestinal

A doença inflamatória intestinal é caracterizada pela doença de Crohn ou a retocolite ulcerativa, e, apesar de não se conhecer as causas exatas para estas doenças, sabe-se que estão relacionadas a questões auto-imunes e genéticas. 
Na doença inflamatória intestinal, a inflamação afeta a parede intestinal, podendo também ocorrer em qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus, provocando sintomas como dor abdominal, dor no reto, diarreia, perda de apetite, perda de peso, fraqueza, náuseas, vómitos, sangramentos, febre e anemia.
  • O que fazer: é necessário acompanhamento com o gastroenterologista, que poderá indicar medicamentos que ajudam a diminuir a inflamação, como Sulfassalazina. Em alguns casos também pode ser necessária a realização de cirurgias.

6. Obstrução intestinal

A obstrução do intestino é uma emergência médica, e pode ocorrer devido a situações como o vólvulo, que é a torção do intestino, uma hérnia estrangulada ou tumores no intestino, por exemplo.
Uma obstrução pode acontecer tanto no intestino delgado quanto no grosso, e provoca acúmulo de gases, fezes e líquidos, desencadeando uma intensa inflamação no intestino fortes cólicas no abdômen, distensão, perda de apetite e vômitos. 
  • O que fazer: na presença de sinais e sintomas que indicam obstrução intestinal, é necessário ir ao pronto-socorro, onde o médico fará exames, como radiografia do abdômen, além da avaliação clínica, para confirmar ou não esta alteração.

7. Infarto intestinal

O infarto do intestino surge quando há uma obstrução do fluxo de sangue para os vasos sanguíneos que irrigam estes órgãos. Provoca intensa dor abdominal, vômitos e febre, e deve ser tratado rapidamente para diminuir os riscos à saúde da pessoa afetada.
A isquemia intestinal também é causada por obstrução do fluxo de sangue, e também pode provocar dor, e pode ser aguda ou crônica, com um quadro mais arrastado de dor que surge principalmente após comer.
  • O que fazer: após detecção desta alteração o médico poderá indicar a realização de uma cirurgia para remoção de partes necrosadas do intestino ou para auxiliar na desobstrução do vaso sanguíneo. 

8. Diverticulite

Diverticulite é a inflamação e infecção dos divertículos, que são pequenas pregas ou sacos que surgem nas paredes do intestino grosso, e provoca dor no abdômen, alterações no ritmo intestinal, vômitos, febre e calafrios. 
  • O que fazer: o tratamento é feito com antibióticos, analgésicos, hidratação e alterações na dieta. Apenas em alguns casos, em que surgem complicações, a cirurgia pode ser indicada. 

9. Apendicite

É uma inflamação do apêndice, que é um pequeno órgão localizado no lado direito do abdômen, que tem ligação direta com o intestino. Esta inflamação é grave, causa dor intensa no lado direito e inferior do abdômen, além de vômitos, febre e enjoos. 
  • O que fazer: a principal forma de tratar a apendicite é com a realização de cirurgia, sendo também indicados antibióticos e hidratação. 

10. Tumor intestinal

O câncer no intestino está entre as causas de dor abdominal, apesar de ser menos comum. Suspeita-se de câncer intestinal quando, além de mudanças no ritmo intestinal, há perda de peso, dor abdominal ou sangramento nas fezes, por exemplo.
  • O que fazer: após realização de exames que identificam o tumor, o tratamento é orientado pelo oncologista, e inclui sessões de quimioterapia, radioterapia e/ou cirurgia. 

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Sintomas de Diverticulite

A diverticulite aguda surge quando ocorre inflamação dos divertículos, que são pequenas bolsas que se formam no intestino.
Os sintomas mais comuns estão indicados a seguir, por isso, se acha que pode estar com diverticulite aguda, assinale o que sente para saber qual o risco de estar com esse problema:
  • Barriga inchada
  • Febre acima de 38º C com calafrios
  • Perda de apetite
  • Alternância de períodos de diarreia ou prisão de ventre
  • Dor no lado esquerdo da barriga que não passa
  • Enjoos e vômitos

Quando surgem estes sintomas, deve-se ir ao pronto-socorro ou consultar um gastrenterologista para realizar exames como tomografia computadorizada, ultrassonografia ou colonoscopia de forma a diagnosticar o problema e iniciar o tratamento adequado.
Geralmente, a diverticulite é mais frequente em pessoas com mais de 40 anos, que têm diverticulose, prisão de ventre ou excesso de peso. Além disso, se existir casos de diverticulose na família, também existe um maior risco de se ter diverticulite.

Como é feito o tratamento

O tratamento para diverticulite aguda deve ser orientado por um gastroenterologista ou um cirurgião geral e pode ser feito em casa com remédios antibióticos, por cerca de 10 dias, e a ingestão de remédios analgésicos para reduzir a dor abdominal.
Durante o tratamento para diverticulite é recomendado manter o repouso e, inicialmente, durante 3 dias, fazer uma dieta líquida, adicionando lentamente os alimentos sólidos. Depois de tratar a diverticulite, é importante fazer uma alimentação rica em fibras, orientada por um nutricionista, de forma a melhorar o funcionamento intestinal e evitar que os divertículos inflamem novamente. Veja as dicas da nossa nutricionista:
Nos casos mais graves, em que os divertículos perfuram, podendo dar origem a complicações como peritonite ou infecção generalizada do organismo, pode ser utilizada a cirurgia para retirada da região afetada

Quais as principais causas

As causas da diverticulite ainda não são conhecidas, mas existem alguns fatores que aumentam o risco de um indivíduo desenvolver divertículos no intestino e, consequentemente, de estes inflamarem e darem origem a uma diverticulite, como:
  • Ter mais de 40 anos;
  • Fazer uma alimentação rica em gordura e pobre em fibras;
  • Ter obesidade;
  • Não praticar atividade física regularmente.
Para se avaliar se já existem divertículos, deve-se fazer uma colonoscopia para avaliar todo o interior do intestino.