terça-feira, 17 de setembro de 2013

Conheça os Chás que Auxiliam na Digestão

Bebida dissolve gorduras e diminui a formação de gases

 Chá de boldo, de menta, hortelã, camomila, erva-doce, etc. Quem nunca tomou um deles depois de exagerar no almoço ou comer aquela feijoada que não caiu bem? Por ser feito basicamente de água e ervas, o chá hidrata e causa uma sensação de bem-estar. "As infusões (quando se coloca folhas, flores ou frutas em água quente) ajudam na digestão, aceleram o metabolismo, combatem o inchaço e até cortam o apetite quando ele perde o limite", afirma o consultor farmacêutico Kali Rafael Nardino, da Divine Shen.

Erva-doce, carqueja, espinheira-santa, chapéu-de-couro, jurubeba, abacateiro, cavalinha e bugre cortam a fome fora de hora, segundo Nardino. "Mas precisamos levar em conta a qualidade da matéria-prima, que é determinada principalmente pela forma de cultivo, procedência, processamento e armazenagem", diz o farmacêutico, que também recomenda o consumo de chá branco.

 "Ele ajuda a desinchar, desintoxicar e acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura. A vantagem é que faz tudo isso de maneira mais intensa e com sabor bem suave", afirma. Já a nutricionista funcional Daniela Jobst, recomenda o chá verde como um ótimo digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais.

 Na lista das plantas conhecidas como digestivas estão hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Essas infusões são ótimas de serem consumidas depois das refeições. Um velho conhecido do sistema digestivo é o boldo, também chamado popularmente como boldo-do-chile.

 Suas folhas são usadas na medicina popular para tratamento de problemas digestivos e hepáticos. "Mesmo sendo muito comum entre a população, alguns estudos toxicológicos sugerem que o chá de boldo deve ser consumido com moderação e cuidado, além de ser proibido na gravidez porque ameaça a saúde do bebê", diz o farmacêutico.

Segundo a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes, uma xícara de chá quente depois das refeições ajuda a fazer digestão. "Escolha o chá de sua preferência, independente do sabor, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases", garante.

 Riscos para saúde
De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população utilizam chás ou remédios naturais, fazendo uso da medicina popular para tratar doenças. O grande problema, no entanto, é o uso em excesso que, segundo especialistas, é difícil mensurar.

Sendo assim, para evitar riscos, uma dica é não substituir a ingestão de água ou outros líquidos pelos chás exclusivamente. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir chás, já que algumas plantas podem ser abortivas.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Conselhos em Caso de Prisão de Ventre

Embora a prisão de ventre possa acompanhar diversas doenças, o mais frequente é ser causada por uma alimentação pobre em fibras vegetais ou por uma escassa ingestão de água. Nestas condições, a quantidade de resíduos no intestino é insuficiente e o seu funcionamento não é correcto. A prisão de ventre deve-se normalmente a uma alteração dos hábitos alimentares da criança, apesar de também poder ser causada pela dor provocada por uma fissura anal (o melhor é deixar o pediatra fazer o diagnóstico). Nesse caso, serão recomendáveis os banhos de assento com água temperada.

Se a prisão de ventre for causada pela deficiência de fibras vegetais ou pela escassa ingestão de água, os conselhos que se seguem podem ser úteis para o seu filho.

DIETA
• Faça com que beba mais água.
• Faça com que coma mais verduras de todo o tipo, cruas ou cozidas (acelgas, aipo, espinafres, alface, etc.).
• Dê-lhe bastante fruta laxante natural, em compota ou em sumo. Evite as maçãs e as bananas.
• Adicione 5-10 cm3 de óleo cru às refeições.
• Dê-lhe cereais integrais: arroz integral, aveia integral, flocos de trigo ou de milho
• Dê-lhe pão, bolachas, pastéis, biscoitos e massas (talharins ou macarrões) especiais de farinha integral ou completa.
• Dê-lhe xarope de maçã ou mel com iogurte ou com uma salada de frutas.
• Dê-lhe legumes uma ou duas vezes por semana.

 LAXANTES NATURAIS PERMITIDOS
• Ameixas pretas ou frescas.
• Passas (californianas) em compota.
• Ágar-ágar (preparado comercial).
• Fibra vegetal não digerível.

OUTROS ALIMENTOS RECOMENDADOS
• Farelo de trigo (adicionar uma colher de sopa cheia na sopa).
• Molho de soja (usa-se normalmente como tempero para dar gosto e pelo seu teor em proteínas).
• Pão dextrinado (é um pão tratado de forma especial e que se vende em torradas).
• Sal marinho grosso, que, ao contrário do sal fino de mesa, contém magnésio e iodo, elementos muito necessários para uma alimentação equilibrada.
• Gérmen de trigo, misturado com iogurte ou saladas.

 ALIMENTOS NÃO RECOMENDADOS
• Batatas e féculas.
• Pão branco, bolos ou pastelaria branca.
• Enchidos, foie-gras, Nutella® ou geleias.
• Massas talharim, macarrões, esparguetes ou canelones, se não forem cozinhados com farinha de trigo integral.
É conveniente lembrar à criança para ir defecando uma vez por dia (no mínimo). Se no início lhe custar, pode estimulá-lo com pequenos enemas ou supositórios de glicerina, escolhendo uma hora em que o ambiente seja tranquilo (de preferência, após uma refeição). Pode fazer isto diariamente e depois alternar dias (consulte o seu pediatra). Quando a criança conseguir defecar por si mesma, deveremos recompensá-la com algum objecto de que goste ou permitindo-lhe fazer algo que a divirta especialmente.
Devem evitar-se os laxantes sem prescrição médica, e estes só são receitados em casos muito concretos. Não deve dar laxantes ao seu filho/a sem antes ter consultado o pediatra. Se detectar sangue nas fezes, incontinência ou períodos de diarreia/prisão de ventre, ligue ao seu pediatra e aconselhe-se sobre o que deve fazer.

Perguntas e Respostas:

P:Na minha família quase todos sofremos de prisão de ventre crónica e não gostaria que a minha filha também tivesse problemas. Qual é a melhor forma de prevenção?
R:Em primeiro lugar, a alimentação deve ser adequada: 2-3 peças de fruta e 2-3 porções de legumes por dia, 5-10 ml de azeite cru por dia e beber água suficiente. Em segundo lugar, uma disciplina correcta, todos os dias à mesma hora, sentar-se para evacuar e, finalmente, uma postura adequada, na posição sentada ou de cócoras, com os pés comodamente apoiados durante a evacuação.

P:O meu filho de 2 anos não demonstra nenhum interesse em controlar as suas evacuações. É normal? Devo forçá-lo?
R:Se a criança não demonstrar interesse pelo controlo do seu esfíncter anal, as tentativas de forçar esse controlo não são recomendáveis antes dos 2 anos e meio até aos três anos, pois podem conduzir a uma rejeição voluntária do referido controlo e a uma prisão de ventre funcional, que pode vir a tornar-se muito problemática.

P:É verdade que o leite provoca prisão de ventre?
R:Sim, o consumo excessivo de leite a partir de um ano de idade pode causar prisão de ventre, já que comporta um baixo consumo de alimentos ricos em fibras (frutas e legumes), mas não por causa do leite em si, mas sim por ser uma alimentação pouco variada, baixa em fibras e inadequada.

P:É verdade que uma criança normal deve obrar todos os dias?
R:Não. Se não existir dificuldade na emissão das fezes e a sua consistência não for dura, pode ser suficiente e normal evacuar três vezes por semana.

P:O que é a encoprese? Está relacionada com a prisão de ventre?
R:Diz-se que uma criança sofre de encoprese se não quiser e/ou não conseguir controlar o seu esfíncter anal, isto é, que apresenta incontinência na ausência de doença orgânica intestinal ou rectal, ou seja tem defecações involuntárias, pelo menos uma vez por mês durante 3 meses. É comum manifestar-se entre os 2 e os 4 anos de idade e está associada a uma prisão de ventre funcional, pelo que se produzem fugas das fezes.

P:O meu filho nunca quer ir à casa de banho. Mesmo que sinta vontade, aguenta. Come muitos legumes e frutas e o pediatra não consegue identificar o problema. A que se deve a prisão de ventre “voluntária”?
R:A prisão de ventre “voluntária” pode dever-se a transtornos afectivos, geralmente ligados a uma atitude de contrariedade da criança devida a um excessivo controlo por parte do adulto ou a um treino excessivamente precoce e forçado do controlo dos esfíncteres. Se não for tratada, pode conduzir à encoprese. É importante descartar previamente um problema do intestino ou do recto ou de controlo neuromuscular como causa primária.

P:Desde que a minha filha de 3 anos usa a sanita como nós, custa-lhe evacuar. A que é que se deve se já lhe ponho um “redutor” especial para adaptar o assento da sanita às crianças pequenas?
R:A postura adequada para uma correcta evacuação das fezes é na posição sentada com os pés bem apoiados no chão ou de cócoras. Muitas crianças têm prisão de ventre e, inclusive, fissuras anais por causa da má posição que o uso do assento da sanita de dimensões adultas acarreta. Volte a utilizar um pote ou coloque um banquinho para que possa apoiar os pés enquanto evacua.

P:Com que idade as crianças devem aprender a controlar o esfíncter anal?
R:Normalmente, os meninos começam a adquirir o controlo da emissão de fezes ou evacuações a partir dos 2 anos (por vezes, as meninas especialmente, a partir dos 18 meses), podendo acontecer um pouco antes do controlo da emissão de urina. A partir dos 4 anos, a maioria dos especialistas já consideram a falta de controlo do esfíncter anal um facto patológico.

P:O meu filho de 3 anos tem tendência para a prisão de ventre. No outro dia chorou muito enquanto fazia cocó e sangrou um pouco. É possível que uma criança tão pequena já tenha uma fissura no ânus?
R:A fissura anal também pode surgir nas crianças pequenas como consequência de uma evacuação com fezes muito duras ou devido a uma diarreia explosiva. Contrariamente aos adultos, podem apresentar fissuras múltiplas e em qualquer localização. O tratamento aconselhável é lavar com água fria ou temperada, aplicar pomadas cicatrizantes ou anestésicas e usar laxantes suaves durante algumas semanas, juntamente com uma revisão da alimentação para combater a prisão de ventre crónica. Consulte o seu pediatra.

P:É possível uma criança ter hemorróidas? No outro dia o meu filho queixou-se durante a evacuação e, quando olhei para o ânus dele, vi que lhe saía um pouco, algo parecido com uma hemorróida bastante grande.
R:As hemorróidas são pouco frequentes na infância, embora seja possível que se formem em casos de prisão de ventre crónica. Se sofrer de prisão de ventre, o mais frequente é que tenha tido alguma fissura anteriormente e que apresente uma prega do ânus um pouco engrossada, a chamada “prega sentinela”, como resultado da cicatrização de uma fissura com algum tempo de evolução. Também se deve descartar o prolapso anal, mais raro, que é uma protrusão da mucosa anal, parcial ou na sua totalidade, devido ao esforço da defecação, que pode manifestar-se em crianças de 2 anos ou de idade inferior, especialmente se apresentarem má absorção intestinal. Consulte o seu pediatra.

domingo, 15 de setembro de 2013

Como Fazer Cocô em ambientes de Trabalho ou em Locais muito Frequentados

Claro, você não os faz no meio da sala, faz naquele recinto particular, mas mesmo assim é educado tomar certas precauções. Exemplo: Quando você conhece uma pessoa,e a convida para sua casa ou vice-versa e se depara com os pais na casa + familia e amigos e sentiu aquela intransponível e invicta pressão interna.(vontade enorme de fazer cocô,evacuar,defecar na hora). Se não seguir as opções ou regras aqui pode infestar o ambiente onde sua educação/higiene nunca mais será a mesma nessa casa:

1. Procure o banheiro mais longínquo. Claro, você não vai infestar o ambiente próximo a uma sala lotada se há um banheiro no andar de baixo ou no de cima ou se há aquele recinto impopular que ninguém procura. Use-o.

2. Como sentar para cagar. É sempre adequado tirar a roupa antes. Então, após este ato preliminar você deve tentar sentar de forma a tapar com sua bunda todo o buraco disponível. O motivo é simples: fazendo assim você estará vedando sua produção do ambiente externo. Permaneça assim até o final.

3. Como puxar a descarga. Nada de se limpar antes de puxar a descarga! É óbvio você não precisa ver as proporções de seus dejetos nem abanar para eles em despedida; então, você vira o corpo e puxa a descarga sem abrir o mundo ao bem guardado ar pestilento que seu corpo mantém preso. Ora, basta pensar que você não precisa ver sua vida interior, a menos que desconfie de alguma doença, caso em que você observar bem o cagalhão e até tirar fotografias para seu médico analisar.(opcional : tirar foto e mostrar,já que hoje em dia algumas pessoas tiram fotos)

4. Como se limpar. Não, não levante. Tire ainda mais vantagens da posição. Todo ganho secundário é importante. Afinal, sua posição lhe abre acesso livre ao orifício anal. Realize aquele movimento lateral e, rapidamente, limpe-se sentado. Essa coisa de levantar pode fazer que uma nádega roce na outra, transformando num mingauzinho o cocô que lhe grudou no ânus.

 5. Onde colocar o papel. Aqui está uma informação fundamental, talvez a mais importante de todas.
Se o papel sair com excesso de fezes ao se limpar,o conselho seria jogar direto na privada(vaso),assim você não infecta e espalha as bactérias toda fez que se abre a lixeira.Depois de uma 2 ou 3 limpadas o bom seria jogar no lixinho mesmo(já protegida com um saquinho plástico,pra não sujar o lixo) ,pois o acumulo do papel higiênico no vaso pode intupir a privada,sendo assim na próxima evacuação,vão pensar que você intupiu com um enorme cocô!

6. Acessório. Nas construções antigas, os canos são mais estreitos e após algumas semanas vamos entupir a saída da privada. A profilaxia sugerida é ter um daqueles desentupidores domésticos ao lado  do vaso. Quando a água não descer, logo na primeira vez,  já deve ser utilizado. Não procrastine! Se você fizer isso, nunca haverá problemas para você ou para o prédio. As construções novas raramente entopem, mas mesmo assim, seguro morreu de velho.Existe também aquela escova sanitária que serve pra limpar a privada depois daquela "borrada"(cagada) que você ou alguém deu e a descarga não limpou,muito util essa escova!

7. Lavar as mãos. A higiene após a evacuação é útil e muito importante na vida de cada um de nós!

sábado, 14 de setembro de 2013

Entenda por que a gente faz Cocôs de diferentes FORMAS,TAMANHOS, CHEIROS e CORES

Você pode até ter feito alguns deles! Veja os diferentes tipos de Cocô que existem:

 

 Boia ou âncora?

Dependendo do dia, seu cocô afunda ou boia na água da privada. É que, quanto mais gorduroso e cheio de gás, mais fácil é a capacidade dele boiar. Após uma feijoada, por exemplo, o cocô pode não afundar – além de o feijão provocar gases, esse prato costuma ser bem gorduroso.
É só se lembrar da experiência da escola: o óleo, por ser menos denso, sempre fica por cima da água – eles não se misturam.

 Cocô Colorido

 Às vezes o cocô sai tão colorido que parece que seu intestino é um artista plástico modernista. Normalmente ele é marrom – cor de um composto formado quando as bactérias do intestino digerem a bile (um líquido do fígado que ajuda na digestão).

Outras vezes ele pode sair vermelho por você ter comido beterrabas; ou esverdeado – quando se come muito espinafre, por exemplo. Remédios também podem alterar a cor. Se estiver preto demais, pode ser o resultado da ingestão de suplementos de ferro.

 Cocô Líquido

 Esse tipo é fácil de detectar, mesmo se ainda não saiu. Tudo começa com uma dor de barriga horrível, de fazer suar. Depois, vem uma vontade de ir ao banheiro, como se fosse algo de vida ou morte.

Quando o cocô sai líquido demais, é sinal de que uma diarreia está por vir. Ela é causada por infecções no intestino ou pela ingestão de bactérias, vírus ou substâncias tóxicas que estavam na comida. Durante uma diarreia, o ideal é beber muito líquido e comer alimentos não-gordurosos, como frutas e vegetais.

 O pum avisa: cocô a caminho

 O pum, normalmente, funciona como o carro abre-alas do cocô: vem sempre antes de você correr desesperado para o banheiro. Só que o cheiro dele depende do que você come.

Há alimentos, como o feijão e o repolho, que contêm um açúcar que, ao entrar em contato com as bactérias do intestino, fermenta-se e libera fedores quase insuportáveis. A fermentação de proteínas da carne e do ovo gera enxofre, um gás superfedorendo.

 Cocô "cabrito style"

 Já viu cocô de cabra? É formato por bolinhas. Às vezes os humanos também fazem cocô no estilo cabra. Acontece quando não comemos fibras, presentes na maçã e na laranja, por exemplo.

No intestino, essas fibras viram uma gelatina grudenta, que lubrifica o bolo fecal (esse é o nome do cocô antes de sair) e deixa-o lisinho, sem bolinhas.

 Macarronada Indigesta

 Pressa, nervosismo, vergonha... Várias são as causas para, de vez em quando, fabricarmos um cocô tão fininho que parece um pedaço de talharine – aquele macarrão em tiras. Isso acontece porque forçamos a saída do cocô.

Os músculos do bumbum amassam o bolo fecal, e ele sai como se tivesse sido espremido por um saco de confeitar. A dica para sair do tamanho natural é clássica: sente-se e relaxe!

 Pamonha Marrom - Tem um milho no meu Cocô

 Se você já levou bronca por comer milho rápido demais – tão rápido que os grãos saíram inteirinhos no cocô – não foi culpa sua.

Na verdade, o milho é formado por fibras insolúveis. Nosso corpo não produz enzimas para digerir essas fibras. Por isso, o milho sai como entrou – mesmo que você tenha comido com a vagareza de um monge da Mongólia.

 Anote a Receita:

 Um cocô normalmente é feito com:
  • 10 partes de água
  • 1 parte de bactérias (mortas e vivas)
  • 1 parte de fibras não digeridas
  • 1 parte de proteínas, células mortas, muco e gorduras
Misture tudo e pronto! Só não se esqueça de dar a descarga depois!

 Cocô dos Bichos

 Você sabia que um coelho produz mais de 500 cocozinhos por dia? E um cavalo pode eliminar até 4,5 quilos de cocô de uma vez só.

 Você sabia Que:

  • Quanto mais fibras e água você ingerir, melhor será seu cocô? Lembre-se sempre de beber água e comer pães integrais, ervilhas, cenoura, brócolis, pêra, amêndoas, amoras, pistache...
  • Uma pessoa solta, em média, 10 puns por dia? Daria para encher uma garrafa pequena de refrigerante (aquela, de vidro) e mais um copinho de plástico com o ar fedorento.
  • Há pessoas que estudam cocôs? São os icnólogos, que fazem pesquisas em cocôs de dinossauros. Analisando fezes fossilizadas, é possível descobrir que bichos e plantas eles comiam.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Chega de Criança com Intestino Preguiçoso

Se o seu filho não vai ao banheiro com a frequência desejada, o problema deve estar na alimentação. Enriqueça a dieta com frutas e hortaliças e ofereça bastante água para regular as idas ao troninho

Quer saber qual o melhor remédio para a garotada não ter constipação intestinal? Corte uma fatia de tomate em formato de meia-lua, amasse um pouco de feijão e pegue duas rodelinhas de cenoura. Monte os ingredientes no prato, formando uma carinha. Conte uma história divertida e incentive seu filho a comer tudo. Pode parecer simples demais para dar certo, mas a recomendação dos especialistas ouvidos por SAÚDE! é clara: aumente a oferta de fibras e água para os pequenos darem adeus à prisão de ventre. "A principal causa do intestino preso é a alimentação errada. Ao incluir frutas e hortaliças, a situação geralmente se resolve", diz Mário Vieira, gastroenterologista pediatra do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná.
Só que essa solução significa nadar contra a corrente. Um levantamento do Johns Hopkins Children’s Center, nos Estados Unidos, revela um aumento de 30% no número de casos de crianças americanas com crises de constipação entre 2008 e 2009. No Brasil, não há números sobre o assunto, mas os médicos confirmam que o problema também cresce por aqui — ao menos pelo que observam em consultório — e culpam o prato da meninada. Afinal, vivemos na época do fast food, das delícias açucaradas, dos snacks cheios de sal. "E, quando a alimentação é regada a tranqueiras, faltam fontes de fibras, que promovem o bom funcionamento do intestino ao aumentar o volume do bolo fecal e estimular os movimentos peristálticos, aqueles que empurram as fezes", explica a nutricionista Luciana Oliveira, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A água entra no jogo porque ela torna esse bolo, digamos, mais macio, facilitando sua expulsão.
Além de ficar de olho na comida, também é necessário conferir as características das fezes do seu filho, por mais nojenta que essa dica pareça. Não é preciso esperar uma semana sem ir ao banheiro para dizer que há constipação. "Se a criança faz cocô duas ou três vezes por dia, mas em pouco volume, como se eliminasse um monte de bolinhas duras, ela está com intestino preso", ensina a gastroenterologista pediatra Isaura Assumpção, do Hospital Infantil Sabará, na capital paulista. Daí, antes de perder tempo, é hora de rechear o prato com alimentos laxantes (veja alguns deles no quadro abaixo) e oferecer água com frequência — em média, 1,5 litro ao dia dá conta do recado para crianças entre 4 e 8 anos.
Saber identificar a prisão de ventre é importante para corrigir o problema quanto antes. "Quando a criança sempre faz um cocô duro e grosso, ela machuca o bumbum. Então, ainda que sem consciência, deduz que, segurando, não vai sentir dor", afirma Isaura Assumpção. "Só que, quanto mais evita a evacuação, pior fica o quadro. Por isso é preciso cortar o círculo vicioso, conhecido como comportamento de retenção." E, para resolvê-lo, você já sabe: mudança na alimentação já.
Só tome cuidado para o tiro não sair pela culatra. Nessas horas, não adianta dar maçã sem casca nem banana para a garotada. Essas duas frutas são constipantes e, apesar de terem um pouco de fibras, acabam prendendo o intestino (confira no quadro abaixo alguns dos alimentos que pioram a prisão de ventre).
Aliás, é bom saber que o problema é mais comum em algumas fases da vida. "Durante o aleitamento materno, os bebês podem ficar vários dias sem evacuar. Isso não é ruim, desde que as fezes sejam sempre pastosas", lembra a nutricionista Lucy Tchakmakian, do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo. Em 90% dos casos a constipação de verdade só começa com a introdução das fórmulas infantis e o uso de papinhas. "Alguns leites, mesmo sendo fabricados para bebês, podem causar o problema. E é preciso atenção para que as papinhas sejam ricas em fibras", lembra a pediatra Lucília Faria, do Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.
O segundo momento em que o problema costuma dar as caras é por volta dos 2 anos, quando os pais tentam tirar as fraldas — e aí aparece o comportamento de retenção. Depois disso, a pré-adolescência é apontada como o terceiro momento crucial da vida intestinal (des)regulada. "Nessa época, o jovem fica por sua conta e risco, porque os pais não controlam mais a frequência de idas ao banheiro", comenta Lucília. E, sem saber o que é melhor para eles, os adolescentes podem deixar a prisão de ventre se prolongar mais do que o normal.
Preste atenção em uma situação em particular: não é comum bebês terem prisão de ventre desde o nascimento. Encontrar na fralda só bolinhas duras pode ser sinal de problemas que merecem uma investigação mais aprofundada. "Também é importante evitar — pelo menos até os 2 anos de idade — a introdução dos alimentos muito açucarados, ricos em gorduras e em sódio, e que costumam ser vazios em fibras", afirma Luciana Oliveira.
  

AGUENTE FIRME E FIQUE DE OLHO

Observe se as fezes do seu filho são macias e finas. Essa é a característica mais importante da evacuação normal — mais até do que a frequência de idas ao banheiro. É normal que os muito pequenos fiquem até roxinhos de fazer tanta força para o cocô sair, mesmo que seja aquoso. Isso porque eles ainda não aprenderam a controlar a saída das fezes. Para os que já usam o vaso sanitário, a posição correta é com o bumbum inteiro no assento e os pezinhos apoiados no chão. Isso facilita o trabalho da criança — compre um troninho ou acessórios adaptadores para a privada normal. Em qualquer situação, dê o tempo necessário a seu filho quando ele disser que quer ir ao banheiro. Não pressione por causa do horário ou de algum compromisso.



 ESTES SÃO ALIADOS DA BARRIGA DA CRIANÇADA

MAMÃO
Possui uma substância laxante natural, tão eficiente quanto alguns remédios para soltar o intestino. É rico em fibras que colaboram para manter as fezes macias.

FEIJÃO
A casquinha dessa leguminosa tem uma fibra que é bastante laxante. Dica: dê um palitinho para a criança espetar os grãos de feijão e comê-los um por um.

IOGURTE
Os que são ricos em probióticos ajudam a manter a flora intestinal saudável, porque repõem sua proteção natural. Evitam assim os dois extremos — desde prisão de ventre a diarreia.

AMEIXA SECA
Assim como o mamão, ela é rica em uma substância laxante natural. Só não exagere na dose, porque durante a desidratação a fruta recebe grande quantidade de açúcar.



 ESTES PODEM CAUSAR PRISÃO DE VENTRE

BANANA
Adorada pelos pequenos, não é uma opção interessante para o trânsito intestinal congestionado. Ela não piora o quadro, mas também não ajuda. Nesse aspecto, a pior variedade é a banana-maçã.

LEITE
O leite de vaca de caixinha tem quantidade de proteínas bem diferente do leite materno. E, nos bebês pequenos, essa diferença tende a provocar constipação, ressecando suas fezes.

MAÇÃ
Não que a fruta seja ruim, mas é reconhecida por prender o intestino. Até porque as crianças costumam comê-la sem a casca e, aí, boa parte das fibras se perde.

ARROZ BRANCO
O polimento elimina grande quantidade das fibras presentes no cereal. Não precisa cortar o alimento do prato, mas é importante misturá-lo a boas doses de feijão.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Prisão de ventre nas crianças

A prisão de ventre nas crianças e nos adolescentes tem se tornado cada vez mais comum . Ela pode ser causada pela má alimentação, devido à outras doenças ou pode esconder um fator psicológico.
A prisão de ventre, pode também ser chamada de constipação ou obstipação intestinal e algumas vezes pode perdurar por toda a vida. Para diminuir este desconforto, deve-se dar à criança uma alimentação rica em fibras e oferecer água e sucos de frutas feitos com casca.
Assim há uma quantidade maior no consumo de fibras que aumentam o bolo fecal e consequentemente a vontade de fazer cocô aumenta.
Quando a crianças sentir vontade de fazer cocô, ela deve ir logo ao banheiro. Ficar segurando só traz malefícios ao corpo e o instestino acaba se acostumando com aquela quantidade de fezes, fazendo com que seja preciso cada vez mais uma quantidade maior do bolo fecal para que o corpo dê o sinal de que precisa esvaziar.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Carne feita de fezes humanas

Cientista japonês cria comida que utiliza proteínas e lipídios retirados diretamente de excrementos

 Para os que querem emagrecer ou para quem é vegetariano, carne de soja pode não ser uma opção, devido ao gosto considerado ruim por muitos. O cientista japonês Mitsuyuki Ikeda criou em laboratório uma terceira via: a carne feita de excremento humano. Sim, você leu certo. Excremento.
 Difícil não se chocar com o conceito do Dr. Ikeda, mas ele não criou a “carne” como um experimento. O cientista japonês quer que sua comida seja comercializada regularmente, vire um produto disponível a todos. Melhor explicar como a “carne de cocô” é feita: Ikeda pega placas de lodo do esgoto, que contêm muitas fezes humanas. Delas ele retira as proteínas e os lipídios, que passam por um processo intenso de calor no qual todas as bactérias vivas morrem. À mistura, é adicionado um intensificador de reação. Para que o produto final tenha gosto de carne, coloca-se proteína de soja e molho de carne (normal). O vídeo abaixo (em inglês) conta de forma bem resumida o processo todo.
 Dr. Ikeda teve um motivo para desenvolver essa nova “carne”. Cientista membro do Centro de Avaliação Ambiental da cidade japonesa de Okayama, Mitsuyuki Ikeda quis inventar uma maneira de reciclar o uso de proteína para que a necessidade da carne bovina seja diminuída – o metano solto pelos animais em rebanho representa nada menos que 18% dos gases que causam o efeito estufa.
 Ao fim do processo, a comida de Ikeda é formada por 635 de proteínas, 25% carboidratos, 3% de lipídios e 9% de minerais. Custa de 10 a 20 vezes mais que a carne normal que compramos no açougue. Isso acontece porque o alto custo da pesquisa está embutido no preço do produto, mas a esperança de Ikeda é que ela passe a ser comercializada em larga escala e garante que terá o preço igual ao da “carne tradicional”.