quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Por que tomar café dá vontade de fazer cocô?



Quem aqui já acordou pela manhã, preparou aquela caneca de café, mandou pra dentro e quase que imediatamente ouviu o chamado da natureza para o "número 2"? O café tem uma série de compostos que estimulam a liberação de algumas substâncias no estômago, além de ter efeito direto no peristaltismo do intestino. Entenda!




Parece automático: você acorda cedo pela manhã e mesmo sem comer nada toma aquela generosa xícara de café para acordar. Você desperta, mas o seu intestino também e vai direto para o banheiro, pois recebeu a chamada para o famoso “número 2”. Mas por que será que o café tem este poder laxante quase que imediato?

Muitos pensavam que o culpado pelo chamado da natureza fosse a cafeína, um estimulante do sistema nervoso, que ativasse os órgãos do sistema digestivo para começar o processo de peristaltismo e assim fazer o cocô ir embora até o vaso sanitário.

Porém, colocar a culpa na cafeína é controverso. Refrigerantes como a Coca-Cola ou Pepsitambém têm cafeína e não causam isto, assim como o café descafeínado pode causar a vontade de correr para o banheiro. A diferença entre o café e estas bebidas são outras substâncias que os cientistas acreditam estar ligadas com a vontade de fazer cocô depois de beber.




Seriam mais de 2.000 compostos existentes no café que teriam efeito laxativo. Vamos entender como isto funciona. O café torna o estômago ácido, fazendo com que ele solte mais ácido clorídrico (HCl), substância química responsável pela digestão dos alimentos no órgão. Além de estimular a liberação do ácido, o próprio café contém um outro tipo de ácido que faz baixar ainda mais o pH do estômago.

O pH baixo é um sinal de que há comida sendo digerida e, quando em excesso, aumenta os movimentos peristálticos que fazem o bolo alimentar se movimentar através de todo o tubo digestivo. Já está provado também que o café tem um efeito direto no peristaltismo do intestino, tendo uma ação rápida, que faz com que estes órgãos se movimentem apenas 4 minutos após a ingestão da primeira xícara da bebida. Este efeito é o mesmo que acontece quando comemos uma refeição muito grande.

Além disso, também existe o estímulo à produção de certos hormônios que estão envolvidos na digestão, especialmente nos movimentos dos órgãos do tubo digestivo. São eles a gastrina e a colecistocinina. O consumo do café, seja ele normal ou descafeinado, faz aumentar a quantidade destes hormônios circulando no sangue, como já foi atestado em diversas pesquisas.


A gastrina faz com que o intestino grosso funcione a todo vapor, realizando a reabsorção de água e outros nutrientes, empurrando o bolo fecal para o seu destino final bem rapidinho. A colecistocinina está envolvida também na regulação da defecação, estimulando a produção de diversas enzimas.

Uma coisa que os pesquisadores encontraram é que esta aceleração no processo de peristaltismo, quando os órgãos contraem e relaxam para fazer o alimento se movimentar através do tudo digestivo, só se encontra em 3 pessoas a cada 10 em todo o mundo. Então, se o café te faz correr para o banheiro depois de tomá-lo, considere-se um cara sortudo!


terça-feira, 7 de agosto de 2018

Como Defecar ao Ar Livre

Você foi convidado para acampar e dormir em uma barraca abaixo do céu e das estrelas. Soa como uma grande diversão, mas você se pergunta o que fazer quando tiver que usar o banheiro, e não existe banheiro? Bom, aprender a "defecar no mato" não deve te impedir de aproveitar o ar livre.



PASSOS






  • Antes de sair de casa, decida o que vai fazer sobre o papel higiênico. Se você insiste em levá-lo, saiba que você terá que carregar o papel usado com você, preferivelmente numa sacola dupla. Um método mais amigo do ambiente é usar um "papel higiênico natural" - folhas, gravetos, etc.



  • Quando sentir vontade de ir, sempre diga a alguém do grupo onde vai. Desse jeito, eles podem cuidar de você, e se você não voltar depois de um curto tempo, eles te procurarão para ver se você está seguro.



  • Ande pela floresta longe o bastante para que as pessoas não possam te ver. Se tiver escuro, não vá muito longe do acampamento, peça para alguém te acompanhar e sempre leve uma lanterna com você. Encontre um lugar a mais ou menos 30 metros do acampamento e da trilha, e 60 metros de um curso de água.



  • Uma vez que você alcançar um local desejável, pegue um galho (ou leve uma pá pequena) e cave um buraco não muito mais fundo que 15 centímetros (a bactéria que provavelmente levará esse dejeto não vive mais fundo que isso). Esse buraco funcionará do mesmo modo que um buraco fora de casa.



  • Faça xixi/cocô no buraco, e cuide do papel.



  • Use o graveto para jogar um pouco de terra nos dejetos para que a bactéria do solo leve-o mais rapidamente. Então cubra completamente o material do buraco com terra.



  • Coloque o papel, se você usou, num saco zip lock para que você possa empacotá-lo.



  • Volte ao acampamento e lave\higienize suas mãos.



CONDIÇÕES NO INVERNO: ALPES, NEVE , FRIO



  • Por favor, não defeque na neve. Quando a neve derreter, alguém vai encontrar seu "presente", e também existe a possibilidade de que escorra e as fezes contaminem um curso de água.



  • Ao invés, ande até encontrar terra, ou empacote (com um saco duplo com terra de gato ou em um tubo de fezes).



  • Alternativamente, se você está acampando numa geleira, encontre uma fenda pequena e funda.


CONDIÇÕES NO VERÃO: DESERTO, SECA , CALOR



  • Não enterre seus dejetos fecais no deserto. O dejeto não irá se decompor devido a falta de bactérias no solo seco.





  • Ao invés disso, encontre uma pedra longe de onde estão as pessoas e faça lá.






  • Ajeite os dejetos numa fina camada com um graveto ou uma pedra grande.Deixe os dejetos descobertos e o sol irá decompor rapidamente e higienizará a área.





DICAS


  1. Se estiver congelado - um pouco de vaselina antes pode minimizar qualquer limpeza e agilizará o processo do buraco.
  2. Ao invés de empacotar seu papel higiênico e arriscar contaminar sua bagagem, jogue o papel no buraco onde você enterrou seu dejeto, coloque fogo no papel então cubra-o com terra depois de queimar e ele se extinguirá completamente.
  3. Se for mais fácil, se encoste numa árvore quando se abaixar, mas tente não defecar na árvore.
  4. Em condições de deserto, uma limpeza com uma mão cheia de terra arenosa e suave num arbusto (algaroba, palo verde, acácia) pode funcionar como um substituto do papel higiênico.
  5. Para o bem de todos, não deixe o papel higiênico para trás e enterre suas fezes apropriadamente. Fazer diferente é nojento e irresponsável.

AVISOS


  1. Se você estiver numa floresta, é fácil se perder mesmo de dia pois tudo parece igual em todas as direções. Certifique-se de saber como voltar para o acampamento mesmo que não ande muito.
  2. Alguns animais e insetos são atraídos pelo odor, então certifique-se de ir ao banheiro bem longe do acampamento.
  3. Certifique-se de não ir num arbusto. Isso pode machucar! O mesmo vale para hera venenosa e carvalho venenoso.
  4. Defeque a uns 60 metros de qualquer fonte de água, pois você pode contaminar o fornecimento de água.
  5. Nunca deixe o acampamento sem avisar alguém. Isso é para sua segurança, pois você pode se machucar quando sair.
  6. Se você cavar um buraco, não deixe sua pá encostar em suas fezes.



Materiais Necessários


  • Papel higiênico (opcional)

  • Uma lanterna

  • Uma pá pequena (você também pode usar um galho, mas será mais difícil)

  • Um saco tipo zip lock

  • Higienizador de mãos

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Remédios caseiros para a Diarreia em Gatos



Os gatos, assim como as pessoas, podem tanto ter prisão de ventre como ter diarreia. Como donos, temos de observar as suas fezes na caixa de areia para avaliar se sofre de algum destes incômodos, porque assim poderemos atuar com algum método específico, como algum acréscimo à sua dieta ou deixá-lo em jejum durante umas horas. De qualquer forma, se o problema persistir, recomendamos que vá ao veterinário e coloque o gato nas mãos de um profissional.

Alimentação natural



Modificar a sua alimentação pode ser um método muito eficaz contra a diarreia de seu gatinho. Para isso, pode tentar procurar uma marca de comida natural sem componentes artificiais, um produto que não prejudique seu intestino nem seu estômago. No entanto, nos primeiros dias, pode ser que também sofra de alguns incômodos devido à mudança de dieta, por isso deve introduzi-la aos poucos para que se adapte. Não se alerte, o felino se acostumará e melhorará de saúde.



Dieta leve



Opte por uma dieta leve baseada em amido, supervisionada por seu veterinário. Esta facilitará a recuperação de seu gato no que diz respeito ao seu desarranjo estomacal. Para elaborar uma dieta leve, deve preparar alguns pratos você mesmo em dois ou três dias de tratamento, e, além disso, deve evitar dar biscoitos como prêmio ou outros alimentos durante este processo. As comidas recomendadas são as seguintes:

  • Frango fervido limpo de gorduras, de pele e ossos.
  • Arroz fervido, famoso por endurecer as fezes.
  • Água em abundância para recuperar o líquido que se perde com a diarreia.
  • Bebidas isotônicas de limão, que contribuem para que seu gato recupere certa quantidade de nutrientes.
  • Comida comercial especialmente elaborada para a diarreia felina.

Visite seu veterinário



Se notar que nas fezes aparece sangramento, não duvide em ir ao veterinário. Ele dará a você a receita para algum medicamento adequado que contribua para resolver a situação, depois de fazer os exames apropriados. O mais simples será fazer-lhe ingerir seu remédio com uma seringa limpa e recém comprada, obviamente sem agulha.

Fibra



Por outro lado, os alimentos ricos em fibra podem solidificar as fezes de seu animalzinho. Mas pense sempre que seu corpo não funciona como o seu, assim, não opte por produtos feitos para humanos, pois podem ser muito fortes para eles. Portanto, é melhor recorrer àqueles produtos com fibra específicos para felinos.

Iogurte natural sem açúcar




Além disso, dar ao seu gatinho iogurte natural contribuirá para o aparecimento de bactérias saudáveis em seu intestino e assim lutará contra uma possível infecção por fermentos. A sua ingestão também reforça seu sistema digestivo. No entanto, deve optar por um iogurte natural sem açúcar, porque eles não toleram o excesso de açúcar.


Outros truques caseiros



Outro remédio para aliviar a diarreia de seu gato consiste em adicionar à sua comida meia colher de chá de Metamucil, ou de 1 a 4 gramas uma ou duas vezes ao dia. Este é um laxante apto para humanos, cães, gatos e inclusive cavalos. Além disso, também pode colocá-lo em jejum, mas só de 12 a 24 horas, durante as quais só beberá água em abundância. Quando voltar a comer, dê-lhe alimentos leves nos primeiros dias.

domingo, 5 de agosto de 2018

Como Analisar seu Cocô COM DETALHES



Analisar as fezes é uma “ferramenta diagnóstica” muito comum no meio da saúde. As informações obtidas através de tais exames ajudam a encontrar várias doenças do sistema digestivo, desde infecções parasíticas até o câncer colorretal. As mudanças nos movimentos intestinais também podem servir como um tipo de indício de que é a hora de ir ao médico. Para identificar fezes anormais, será preciso saber antes o que constitui um bolo fecal “saudável”.




  • Faça uma estimativa do comprimento das fezes. Geralmente, os dejetos têm cerca de 30 cm de comprimento; se forem menores ou redondos, é sinal de que há constipação. Aumente a ingestão de fibras e mantenha-se hidratado.

  • Analise a largura do excremento. Se ele parece estar estreito demais, vá ao médico, já que isso indica uma obstrução no intestino grosso, que pode estar bloqueado por um corpo estranho ou um tumor.


Note a consistência das fezes. A evacuação deve ser suave, sólida e um pouco mole.
  • Fezes que se partem facilmente ou que são praticamente líquidas indicam diarreia. Isso pode acontecer devido a vários tipos de problemas de saúde, desde doenças infecciosas, inflamações, absorção insuficiente de nutrientes e até estresse psicológico.
  • Dejetos duros, redondos e que saem com dificuldade sinalizam constipação.



OBSERVANDO A COR 


Verifique qual é a cor “base” dos excrementos.

A cor ideal é o marrom, mas até pessoas saudáveis podem apresentar variações.
Quando o bolo fecal tem um aspecto amarelo ou verde, geralmente o intestino trabalhou muito rapidamente e há uma leve presença de diarreia. A bile – principal pigmento das fezes – é verde, mas se torna marrom com o passar do tempo.
Fezes amarelas ou de tom cinza claro podem indicar doenças hepáticas.





Veja se há sinais de sangue. 

É necessário cuidado médico após apresentar excrementos vermelhos ou muito escuros.
Material fecal com sangue vivo representa sangramento na parte final do trato digestivo, provavelmente no intestino grosso ou no ânus. Essa coloração indica, na maioria dos casos, problemas de saúde sem gravidade, como inflamação leve ou hemorroidas. Em raríssimos casos, pode ser um sinal de câncer. Converse com o médico se isso ocorrer mais de uma vez ou se a evacuação for muita dolorida.
Quando o sangramento é na parte superior do sistema digestivo – como no estômago ou intestino delgado –, as fezes produzidas terão pigmentação vermelha-escura ou totalmente escura, além de serem grudentas e apresentarem consistência semelhante ao alcatrão. Ao evacuar esse tipo de dejeto, marque uma consulta com um médico, já que ele é sinal de vários problemas sérios, desde úlceras pépticas até câncer de intestino.
A beterraba também pode dar uma coloração vermelha às fezes. No entanto, essa coloração vermelha é mais fácil de ser distinguida do vermelho-sangue. Se a matiz do vermelho for de cor magenta ou fúcsia, é certeza de que ela é proveniente de algum alimento ou da beterraba, e não do sangue.



Caso a coloração das fezes seja incomum durante uma evacuação, não se assuste, ao menos que a pigmentação persista.

 Praticamente todas as causas transitórias de mudança de cor do bolo fecal são devido à coloração dos alimentos. Mesmo que você não se lembre de ter consumido um alimento com aquela cor em particular, os corantes podem estar escondidos ou “mascarados” por outras cores que são mais fáceis de serem quebradas. A coloração das comidas também podem interagir com outros pigmentos do trato digestivo, produzindo resultados inesperados.




Analise a frequência dos movimentos intestinais.


 Quando o sistema digestivo é saudável, os movimentos intestinais serão “normais”. No entanto, “normal” é um termo relativo. Cada indivíduo deve descobrir o que ele significa em cada caso em particular, para poder identificar indícios de problemas de saúde.
Na maioria das vezes, a frequência normal vai de uma vez a cada três dias até três vezes diárias. A diarreia é constituída quando a pessoa evacua mais de três vezes por dia; a constipação, por sua vez, é definida pela presença de movimentos intestinais em um espaço maior do que três dias.



Determine se o bolo fecal flutua. 


Quando saudáveis, as fezes afundam lentamente até o fundo do vaso. Se isso não acontecer e elas flutuarem, provavelmente a dieta do indivíduo é rica em fibras.
A pancreatite causa a má absorção de lipídios, fazendo com que as fezes flutuem. O bolo fecal desse tipo é extremamente oleoso, liberando pequenos pedaços imiscíveis no vaso.




Fique atento ao material fecal com odor muito desagradável. 


As fezes nunca terão um cheiro bom e, na verdade, o odor pungente pode indicar que a flora intestinal do indivíduo é saudável. No entanto, alguns problemas de saúde as deixam com um cheiro ainda mais forte que o normal, como sangue nas fezes, diarreia infecciosa e síndromes que causam a má absorção de nutrientes.



Não se preocupe com o mecônio. 


Quando um bebê evacua pela primeira vez – geralmente 24 horas após nascer –, é excretado o mecônio, que é uma substância escura ou verde-escura, grudenta e grossa. Ela é feita de células e detritos descartados que se acumularam no ventre materno. Depois de dois a quatro dias, o bolo fecal do recém-nascido deverá se normalizar.




Verifique a consistência das fezes.


 Enquanto o sistema digestivo de um recém-nascido estiver amadurecendo, ele produzirá material fecal muito diferente do que é considerado saudável em crianças mais velhas e em adultos. Como a dieta deles é basicamente constituída de líquidos, os bebês produzem dejetos pouco sólidos, com consistências próximas a de um pudim ou de manteiga de amendoim. Se o pequeno for alimentado através de fórmulas e não de leite materno, é normal que o bolo fecal seja mais sólido e compacto.
A diarreia em bebês é extremamente líquida e pode até passar pela fralda, atingindo as costas. Se ele tiver menos que três meses de idade, a diarreia persistir por mais de um dia e outros sintomas surgirem, como febre, ligue para um médico.
Fezes sólidas indicam a presença de constipação. Se a fralda apresentar algumas bolinhas de evacuação intestinal esporadicamente, não se preocupe; quando isso ocorre com frequência, leve o bebê ao médico. Pode haver diarreia junto com forte constipação se as fezes líquidas passam pela parte mais sólida do bolo fecal.



Analise a cor. 


O bolo fecal dos bebês tem coloração mais clara, com pigmentação amarela, verde ou marrom clara. Não fique receoso se a cor mudar; à medida que o sistema digestivo do bebê amadurece, as mudanças na produção de enzimas e o tempo para expulsar as fezes farão com que tais características variem.
Quando o material fecal possuir um aspecto marrom-escuro, há constipação.
Dejetos escuros após evacuar todo o mecônio pode significar que há sangramento. Pequenos pedaços escuros – parecidos com a semente da papoula – são causadas, muito provavelmente, pela deglutição de sangue durante a amamentação (devido à irritação no seio da mãe, por exemplo). Bebês que consomem suplementos de ferro também produzem fezes escuras, logo, tranquilize-se, pois isso é normal.
Fezes amarelas-claras ou cinza-calcário podem indicar problemas hepáticos ou a presença de uma infecção.



Fique atento à frequência.


 Um recém-nascido saudável tem de um a oito movimentos intestinais por dia, com média de quatro evacuações diárias. Assim como os adultos, cada bebê terá o seu próprio “ritmo”. No entanto, o pequeno deverá ser levado ao médico se ele evacuar menos que uma vez por dia (ao ser alimentado por fórmula) ou se ele excretar menos do que uma vez a cada dez dias (se for amamentado normalmente).



Note o cheiro.


 O odor pungente deve ser menor, quase doce. É comum que bebês alimentados por fórmulas apresentem movimentos intestinais mais fortes do que os amamentados. O cheiro dos dejetos deve voltar ao normal (odor parecido com das fezes adultas) assim que o bebê iniciar o consumo de alimentos sólidos.




DICAS



  • Indivíduos constipados devem consumir mais fibras e manter o corpo hidratado. As fibras deixam o bolo fecal mais consistente, aumentando a frequência dos movimentos intestinais, enquanto os líquidos, mantêm o trato digestivo bem lubrificado, melhoram a motilidade e facilitam a evacuação das fezes.
  • Muitos médicos chegaram ao consenso de que não há nada que indique que as fezes são normais ou saudáveis. O mais importante é ficar atento às mudanças na movimentação intestinal, como a frequência e o aspecto das fezes.
  • Com exceção do sangue nas fezes, nenhuma das mudanças acima descritas indicam que o indivíduo realmente possui um problema de saúde, ao menos que se tornem consistentes. Não é preciso se preocupar com coloração estranha ou com o cheiro desagradável dos dejetos se isso ocorrer apenas uma vez. Se isso continuar a acontecer com frequência, no entanto, é necessário consultar um médico.

sábado, 4 de agosto de 2018

Como evitar que meu cão coma Cocô(fezes)



Se seu cão começar a comer fezes, você deve ficar muito atento para corrigir e evitar este hábito prejudicial para a saúde dele e pouco higiênico. A causa de que seu amigo canino pratique a coprofagia (ingestão de fezes) pode ser um déficit alimentar, ou talvez uma resposta à ansiedade, ao tédio ou ao estresse, e inclusive é possível que ele tenha copiado esse comportamento de outros animais.Vamos dar algumas chaves para você saber como evitar que seu cão coma fezes.



Passos a seguir:



  • A limpeza e a higiene são fundamentais, por isso, recolha diariamente as fezes de seu cão que encontrar pela casa. Se não houver defecação à vista de seu animal, não haverá ingestão indesejada.


  • Distribua a ingestão de comida de seu cão ao longo do dia, em pequenas porções. Ele comerá a mesma quantidade, mas não terá nenhuma necessidade extra que o leve a ingerir fezes. Não se esqueça que muitas vezes, que seu cão coma fezes significa que tem algum déficit alimentar que ele tenta suprir.



  • Faça com que seu cão se mantenha muito ativo e entretido. Faça exercícios com seu cão, e certifique-se que ele se mantém distraído com brinquedos. A questão é evitar que ele sinta estresse e tédio, porque estes sentimentos originam hábitos muito negativos como comer fezes. Se ele passar muito tempo sozinho em casa, procure a forma de encurtar esses espaços de tempo, para que ele não sinta tanta ansiedade.



  • Quando passear com seu cão, corrija sua conduta. Passeie mantendo-o bem controlado. Se ele se aproximar das fezes de outros animais ou das dele, seja firme e diga "não". Ou você também pode chamar sua atenção, cada vez que ele mostrar interesse nas defecações, com algum brinquedo ou alguma recompensa.


  • Uma forma de evitar que seu cão coma fezes é alterar o sabor da evacuação. E isto se consegue de forma natural comendo abóbora, abacaxi, ou colocando alguma coisa picante sobre as mesmas. Existem, inclusive, produtos como o For-Bid que geram um sabor desagradável nas fezes de seu cachorro. Mas lembre-se que esta solução só deve ser administrada ao animal que tem o hábito de ingerir fezes.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Por que meu cachorro come seu próprio Cocô??



A coprofagia canina ocorre quando o cachorro ingere suas próprias fezes ou as de outros cachorros de maneira frequente. Em geral, esta é uma prática comum entre os cachorros, quando ainda se encontram em período de adaptação a seu novo lar ou em pleno processo de adestramento. No entanto, muitos são os cachorros adultos que comem seus próprios excrementos, por quê? Como todas as condutas pouco correntes, existem uma série de causas que podem levar nosso cachorro a realizar este ato tão rejeitado pelos donos. Continue lendo e descubra por que seu cachorro come suas fezes.






Passos a seguir:




  • Uma das causas mais comuns que pode levar um cachorro a comer suas próprias fezes assim que as expulsa é o medo do castigo. Quando o dono ensina o cachorro a defecar onde ele quer que o faça através do condicionamento negativo, isto é, através de castigos violentos quando age de forma incorreta, o cachorro adquire um estado de terror que o leva a ocultar o mau comportamento ingerindo as fezes.

  • Em relação ao ponto anterior, outro dos motivos que pode provocar a coprofagia canina é a incorreta e popularizada prática de ensinar os cachorros a fazerem suas necessidades esfregando o focinho sobre os excrementos ou a urina. Desta forma o que estamos fazendo é estimular o cachorro a comer suas próprias fezes.


  • Quando o cachorro que come suas fezes é adulto, um dos motivos mais frequentes costuma ser a ansiedade pela separação. Os cachorros que sofrem deste transtorno tendem a apresentar uma série de condutas com a finalidade de chamar a atenção de seus donos, ou como resposta ao estado de ansiedade em que se encontram, sendo a coprofagia uma delas.



  • Em menor medida, outro dos motivos que pode responder à pergunta sobre por que seu cachorro come as fezes é uma carência nutricional. Isto acontece, sobretudo, quando o cachorro tem problemas para assimilar os nutrientes da ração que come por uma infecção no pâncreas ou outros problemas de maior gravidade. Ao notar que seu organismo não digere o que precisa, de maneira instintiva ele come suas fezes para cobrir esta carência. Nestes casos é importante ir ao veterinário para que ele detecte a origem do problema.


  • Nos casos em que os cachorros não comem a quantidade de comida diária de que precisam ou se alimentam à base de uma ração de má qualidade, é provável que pratiquem a coprofagia porque se sentem famintos. É por isso que se torna tão importante prestar atenção aos seus cuidados básicos e alimentá-los em função de suas necessidades. Outro dos motivos mais comuns é a imitação. Isto quer dizer que se seu cachorro ou filhote observou outro cachorro comendo suas fezes, irá imitá-lo fazendo o mesmo.



  • Por último, os cachorros de idade avançada que têm dificuldades para controlar os esfíncteres podem chegar a comer suas fezes por medo da reação dos donos. Nestes casos é importante fazer o cachorro ver que essa nova condição, provocada pela idade, não será castigada e, portanto, não tem que ocultar a prova por meio de sua ingestão.


  • Se seu cachorro tem coprofagia e você identificou uma das causas anteriores, deve saber que tem tratamento e pode corrigir esta conduta. 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

O Iogurte ajuda a Regular o Trânsito Intestinal?



O iogurte tem várias propriedades que ajudam a regularizar o trânsito intestinal, sendo de mais fácil digestão do que o leite.

Por se tratar de um alimento fermentado, o iogurte tem melhor digestão que o leite e pode ser um bom aliado na regulação do trânsito intestinal. Mas é essencial evitar os exageros de gordura ou açúcares adicionados e não descurar uma alimentação saudável


O que está em causa



Depois de alterado pelo suco gástrico, no estômago, o bolo alimentar tem ainda um longo caminho a percorrer através do intestino até à sua transformação nas fezes, por ação dos micro-organismos que compõem o microbioma. A essa “viagem” até à evacuação chamamos “trânsito intestinal” e quando se pretende otimizar todo o processo, tornando-o mais rápido, indolor e eficiente, falamos de “regulação” do trânsito intestinal.

O papel do iogurte



O iogurte tem baixo teor de lactose e é um alimento fermentado, sendo por isso de mais fácil digestão que o leite e outros derivados. Obtido através da fermentação do leite pelas bactérias Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus, pode ser um bom aliado na regulação do trânsito intestinal. No entanto, há sempre que ter em atenção a sua composição.

“O iogurte pode ter um efeito modelador do trânsito intestinal, mas também pode constituir uma má escolha, se lhe tiver sido adicionado açúcar ou possuir elevados teores de gordura, tornando-o nutricionalmente desequilibrado e com maior densidade energética ”, alerta Diana e Silva, coordenadora da Unidade de Nutrição Clínica do Hospital Lusíadas Porto. Os iogurtes naturais ou de aromas sem adição de açúcar são quase sempre a melhor opção, explica a especialista.

O que são probióticos



Probióticos são alimentos que contêm micro-organismos vivos benéficos para a saúde. Os iogurtes têm um efeito probiótico, em sentido lato. O que distingue os chamados iogurtes bifidus é o facto de incluírem na sua composição outras “bactérias do bem”, nomeadamente bifidobactérias, micro-organismos que existem naturalmente no leite materno e fazem parte da flora intestinal, a quem é reconhecido um papel importante na regulação do trânsito intestinal e no reforço do sistema imunitário.


Alimentação variada



“As bactérias vivas, que vivem nos intestinos e podem ser ingeridas através da alimentação, melhoram a saúde em geral e são sempre bem-vindas”, afirma Diana e Silva. Para agilizar o trânsito intestinal, pode ser vantajoso optar pelo iogurte de quefir (feito a partir de leite fermentado como a famosa “flor de iogurte” ou “cogumelo tibetano”) ou dar prioridade a iogurtes bifidus, com baixo teor de açúcar e gordura, reconhece.

No entanto, mais importante do que tomar qualquer medida avulsa, é o plano alimentar na sua globalidade, defende a especialista. “Não havendo uma causa funcional, os problemas de trânsito intestinal surgem como resultado de uma alimentação desequilibrada: baixa ingestão de hidratos de carbono complexos, escassos teores de cereais integrais, poucas quantidades de fruta, hortícolas e leguminosas secas”, explica. Combater a lentidão do intestino implica mudar todo esse contexto e não apenas apostar nos iogurtes — “os quais devem ser consumidos sem exageros e de acordo com um plano de alimentação saudável”.


Hábitos que ajudam a regular o trânsito intestinal:



– Manter o organismo hidratado, nomeadamente bebendo água logo de manhã, em jejum;

– Ter uma alimentação saudável e variada, rica em frutas, vegetais e leguminosas;

– Incluir na dieta um iogurte equilibrado, com baixo teor de gordura e açúcar;

– Mastigar bem os alimentos de forma a facilitar a digestão;

– Praticar exercício físico;

– Evitar o consumo de álcool e/ou tabaco;

– Manter uma rotina de sono e dormir pelo menos 7 horas por dia.