quinta-feira, 4 de julho de 2013

Quando e como uma criança terá o controle de fazer seu próprio cocô?

Entre dois e quatro anos a criança entra na fase anal ao descobrir as fezes e naturalmente tende a interpretar que é uma parte sua que está se esvaindo. E pior, uma parte feia, suja e com um cheiro insuportável.
A situação se agrava ao perceber que as pessoas mudam de postura quando suja as fraldas, passando de um anjo cheiroso para um lixo apodrecido.
É comum a criança nesta época tentar controlar o esfíncter para nunca mais fazer cocô.
Na impressão de que as pessoas adultas não fazem, que ela é a única a ter este problema, que vai se derreter em fezes, e tudo mais que a imaginação puder construir.
A necessidade desta época é entender que as fezes não são parte do bebê, mas a comida que foi ingerida e está indo embora, que as outras pessoas também o fazem, não havendo nenhuma vergonha nisso.

É bom lembrar que o vocabulário de uma criança de dois anos é muito pequeno e que não adianta o adulto recitar um complexo discurso sobre qualquer assunto que o bebê não vai ser capaz de entender, pois a linguagem da criança é a mímica. Ela não ouve o que dizemos, mas repete tudo o que fazemos.

Um bloqueio na fase anal leva o indivíduo a ser controlado demais, muitas vezes abominando tudo que seja ruim na vida e tentando ser perfeito e impecável, como se fosse o único no mundo que não defecasse.
A relação entre o sujo e o limpo, bom e mau, é desenvolvida nessa época.


Quanto mais nojo a criança tiver do cocô, mais obstinada por limpeza ela será quando adulta. E quanto mais naturalidade ela tiver, menos preocupação com limpeza terá, podendo tornar-se uma pessoa suja, desleixada e preguiçosa. Caberá aos pais, nivelar estes conceitos.


Depois dos quatro anos, até os seis, a criança entra na fase de latência. Período em que se descobre o xixi e, assim, os órgãos genitais.

Para quem acabou de entender que a comida sai pelo ânus, não será difícil entender que o xixí é o líquido ingerido que está saindo. Mas o problema não é esse. O fato é que o menino tem um pênis e a menina não tem.
Vai ser absolutamente natural a menina ficar revoltada e se sentir inferiorizada, enquanto o menino se vangloriar por ter vantagens a mais.

No caso da menina, haverá a necessidade de criar uma compensação para essa diferença, que fará com que ela se torne mais inteligente, capaz e amadureça mais rápido.
Problema existirá se ela entrar na irreverência dos meninos taxando-a de aleijada, castrada e inferior. Assumindo esses rótulos, poderá mesmo criar uma sensação de impotência que acompanhará pelo resto da vida.

No caso dos meninos, o fato de ter um pênis vai necessariamente colocá-lo numa hierarquia superior às meninas, mas o tamanho irá fazer a diferença entre os meninos. Havendo um contraste com os adultos, principalmente o pai, que têm pênis muito maior.
A fase fálica desenvolve no indivíduo o senso de competição, a forma de se adequar ao mundo e a consciência dos próprios limites.
Uma fixação na fase oral pode levar uma pessoa a elevar o grau de agressividade, discriminações raciais, ou simplesmente colocar competição em tudo o que faz.
Também poderá desenvolver o complexo de castração, que tira do indivíduo a fonte das vontades, levando a apatia ou falta de autoconfiança.

Depois dos seis anos, a criança entra na fase de latência que vai, hoje em dia, até os dez ou onze anos, período da puberdade.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Papel Higiênico : Modo correto de pendurar sem causar disperdícios

 Todo mundo sabe que os seres humanos estão cada vez mais preocupados com problemas ligados ao meio-ambiente. O que poucos sabem é que com simples atitudes, você pode economizar uma boa grana a longo prazo e, de sobra, ainda ajudar a produzir menos lixo, preservando assim a natureza! =D
 Um excelente exemplo disso eu acabei de presenciar no Treta que, por sua vez, viu lá no novo-Mundo: Como posicionar de maneira correta o rolo de papel higiênico no banheiro da sua casa! o_Ó
 É, parece brincadeira mas ao posicionar o rolo da maneira como a primeira imagem nos revela, temos uma boa economia de papel higiênico provada pelo povo desocupado do Current Configuration (a explicação você pode ver abaixo) que como já disse antes, a longo prazo pode pesar no seu bolso, ou seja, aquele carro importado ou até mesmo iate pode se tornar mais acessível com uma simples mudança no posicionamento do papel higiênico (o melhor seria parar de cagar, mas como isso é cientificamente impossível, o jeito é ajustar o rolo mesmo). Vamos ao porquê



Com a ponta virada para cima, o campo de visão sobre a parte que lhe interessa do rolo aumenta consideravelmente.
 Com campo de visão livre, você pode puxar menos papel higiênico na hora de limpar suas partes íntimas!
 O pontilhado dos papeis higiênicos também são feitos da direita para a esquerda, ao posicionar o rolo da maneira errada, você poderá acabar rasgando o papel sem ser na parte pontilhada, o que resultará em mais desperdício

Com essa simples dica, você economizará uma boa quantidade de papel higiênico, ou seja, menos árvores serão cortadas para você limpar o seu cu, e com menos papel, menos material não reciclável será produzido. O meio-ambiente agradece, as ações de empresas fabricantes de papel higiênico irão pelo ralo (ou servirão de papel higiênico), boa economia e até a próxima!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PAPEL HIGIÊNICO


Papel higiênico é um tipo de papel fino e absorvente, que se desmancha em contato com a água, utilizado para uso sanitário e higiene pessoal. Seu uso é mais comum para a limpeza íntima após fazer coco ou xixi. Pode ser perfumado ou não, e costuma ser vendido em rolos, como o da imagem que ilustra este artigo. É vendido normalmente em mercados, supermercados, drogarias e lojas de conveniências.
Antes de sua invenção, que data do século XIX, as pessoas costumavam fazer a sua limpeza com folhas de hortelã, água e por vezes sabugos de milho e passava um remédio para o coco sair com delicadeza e não machucar sua bunda.[carece de fontes] Diz-se que o papel higiênico foi inventado na China, em 875, mas a invenção também já foi atribuída a Joseph Gayetty, de Nova Iorque, EUA, que a teria concebido em 1857.



O papel higiênico tem estado conosco há séculos, embora ele realmente só veio a aparecer entre nós no final do século 19. Antes disso, diferentes culturas ao redor do mundo tinham usado uma infinidade de diferentes substâncias para manter uma quantidade aceitável de limpeza em torno de nossas menores aberturas: Musgos, sabugo de milho, catálogos antigos, paus e até mesmo pedras têm sido colocados em uso em limpeza nos escapamentos da humanidade.
O Japão medieval não foi exceção a esta regra.
Pinturas em pergaminhos do século XII, mostram que os Japoneses desse período utilizavam algo que era conhecido como um "chuugi", que foi escrito com o kanji sendo dois símbolos que representam espeto e árvore. Assim, o chuugi era realmente representado por uma palavra que poderia ser literalmente interpretada como um espeto de madeira. Em algum momento este dispositivo chamado um kusobera (literalmente, uma espátula de merda). Os Japoneses usavam a posição de agachamento, limpeza pouco era necessário, mas se aquela última refeição de arroz pegajoso sujava muito a bunda haviam os chuugi.

domingo, 30 de junho de 2013

O que seu Cocô está dizendo a Você

Preferimos publicar a capa da "biografia" em vez de uma imagem do "biografado"
Você pode até pensar que já tiveram todas as idéias brilhantes para livros de auto-ajuda, e vai até ficar desanimado por não ter tido uma destas idéias. É verdade, já tiveram todas as idéias brilhantes. A mais recente foi dos norte-americanos Anish Sheth e Josh Richman, que obraram "O que Seu Cocô Está Dizendo a Você - Montes de Fatos Importantes Sobre a sua Saúde".

Sim, o livro é pequeno, marrom e possui as palavras "cocô" e "montes" na capa.

Uma atitude muito mais simples e barata do que guardar queijos em cofres ou preparar fórmulas prescritas por magos para fazer amigos e influenciar pessoas sem uso de hipnose, fazer cocô pode, segundo os autores, acabar com o estresse, com as mágoas do mundo, com a tristeza e as insatisfações.

É da "Cocô-Foria" que o livro fala. "Ainda que não seja uma conquista facilmente alcançável, essa espécie de 'Cocô-Foria' nos proporciona um êxtase, uma sensação de invencibilidade, que alguns já comparam com uma iluminação mística", escrevem os autores, logo na introdução.

Reprodução
Mais uma vez optamos por evitar
uma imagem da criatura biografada
Sim, todos nós, humanos, sabemos que um bom descarregamento dos intestinos nos livra de muitos impedimentos, até dos mentais. O pensamento se eleva, abre-se para novos horizontes. Mas, depois de feito, o cocô, que ficará boiando no vaso sanitário, esperando um último adeus, ainda pode ser muito útil. O cocô diz muita coisa para quem quiser ouvi-los - metaforicamente falando, é claro. Afinal, cocôs não falam. É algo mais profundo, e também não estamos falando aqui de para onde ele vai após a descarga. É algo profundo, no sentido de que vem das entranhas. Por isso o livro, de forma didática, cheio de figuras-exemplo, classifica os tipos de cocôs. Dr. Barroso, personagem criado pelos autores, fornece explicações científicas para os formatos, cores e cheiros que podem, eventualmente, sair do seu... er... bumbum.

Como em um catálogo, os autores dão nomes auto-explicativos aos tipos de excrementos, como "Os Que Flutuam e Os Que Afundam", "O Cocô Empedrado", "O Pingente", "O Cocô Que Põe Fim à Lua-de-Mel", entre outras alcunhas interessantíssimas - e escatológicas.

Não precisa revirar os olhinhos e ficar com as bochechinhas rosadas, internauta. Todo mundo que comeu milho na vida já fez o "Cocô Já-Te-Vi". Também chamado de "Hambúrguer Vegetariano" ou "Sobras de Ontem", é aquele que vem com pedaços de comida. Normalmente milho. Segundo Dr. Barroso, o milho é um alimento que contém um alto teor de fibras insolúveis. E como o seu corpo elimina o que não consegue digerir, o milho sai como entrou.

Quem nunca fez o "Número 3"? À primeira vista, o nome pode não parecer muito fácil de associar, mas os sinônimos explicam o termo: Fazer Xixi por Trás, Cocô Líquido, As Grandes Corredeiras etc. Há muitos mais nomes, mas não precisamos nos aprofundar, não é?

O tratado sobre o cocô ainda informa qual posição é a mais confortável - agachado ou sentado - e tira dúvidas sobre a saúde do seu organismo a partir da análise do que foi expelido por ele. Também traz curiosidades como o transplante de cocô (existe mesmo e é usado como tratamento!), quantos puns soltamos por dia (dez vezes ou 705 cm cúbicos: fusc!), quem foi o inventor da privada e as fezes que os outros animais fazem.

"O que Seu Cocô Está Dizendo a Você - Montes de Fatos Importantes Sobre a sua Saúde" é um livro que não irá te libertar das mais horríveis prisões de ventre ou das insuportáveis dores de barriga, mas pode ser uma divertida e inusitada leitura no trono. Uma obra da escatologia universal.

Um livro como este pode te provocar risadas enquanto aprende, sentado eternamente em seu trono esplêndido, a tornar o hábito de fazer cocô mais lúdico. Mas, prepare-se: depois de ler esta ode ao cocô, nunca mais olhará para baixo antes de dar a descarga da mesma maneira.

sábado, 29 de junho de 2013

JOGO=GAME 1: Intestino Mecânico

Máquina de fazer Cocô=Intestino Mecânico

Tudo sobre o Cocô

POR QUE COCÔ BÓIA?
Nem todo cocô flutua. Os que não têm uma quantidade considerável de gordura ou bolhinhas de ar no seu interior afundam como uma âncora. Tudo depende da alimentação. Alimentos como feijão e repolho aumentam o volume de gás nas fezes, o que resulta em puns, mas não faz mal. Já o excesso de gordura não é saudável: fezes engorduradas geralmente indicam problemas no pâncreas ou no fígado.


FAZ MAL COMER COCÔ?
Além de ser nojento, faz mal, sim. O cocô carrega entre 150 e 500 tipos de bactérias em alta concentração – são até 10 trilhões por grama – que podem causar infecções graves. A Associação Dentária Americana recomenda inclusive que escovas de dentes fiquem a pelo menos 2 metros dos vasos sanitários para evitar contaminação

POR QUE É AS FEZES SÃO MARRONS?
O cocô é colorido pela estercobilina, um pigmento escuro formado no final da digestão a partir da oxidação do estercobilinogênio, que, por sua vez, é produto da digestão da bílis – líquido que ajuda a quebrar a gordura e absorver nutrientes no intestino. Quanto mais as fezes demoram para sair, mais estercobilina é produzida, e a coisa vai ficando preta (literalmente, hehe).

EXAMINAR COCÔ AJUDA A DESVENDAR CRIMES?
Pode ajudar, sim. Dá para identificar um suspeito por amostras de DNA retiradas de fezes e até mapear o comportamento do criminoso a partir da sua alimentação mais recente. Também é possível examinar o trato digestivo para investigar, por exemplo, se o suspeito engoliu drogas para transportar.

DÁ PRA FAZER ADUBO COM FEZES HUMANAS?
Dá. A técnica mais comum é a de compostagem em privadas secas. São caixas ocas que misturam fezes e serragem, o que serve para eliminar odores e facilitar a decomposição. Mas tome cuidado: sem os cuidados necessários, você pode ter um adubo com bactérias capazes de contaminar o alimento adubado.

POR QUE O MILHO APARECE INTACTO NAS FEZES?
Para triturar fibras insolúveis, como as do milho, só com muita mastigação. Os pedaços que escapam dos seus dentes passam intactos pelo trato digestivo e chegam à privada da mesma forma. E isso não é ruim: as fibras não digeridas amaciam o cocô, facilitando a saída.

QUANTO UMA PESSOA PRODUZ DIARIAMENTE?
Uma produção de fezes considerada normal varia de 150 a 450 gramas por dia, o que significa que 160 quilos de cocô por ano é uma produção perfeitamente normal e saudável. A freqüência de idas ao trono não demanda atenção especial caso esteja dentro dos limites de três vezes ao dia até três vezes por semana.

POR QUE FEDE?
O fedor do cocô – e do pum – é causado por compostos sulfurosos produzidos pelas bactérias em contato com o alimento no intestino. Doenças como pancreatite, fibrose cística e infecções intestinais atrapalham a digestão, e os restos de alimentos não digeridos aumentam a catinga. Alguns alimentos, como a carne, também turbinam o odor das fezes.

FAZER SENTADO É O MELHOR JEITO?
Não. Para aliviar a barra, a melhor pedida é agachar-se. Essa posição relaxa a musculatura que controla a saída do cocô e deixa o reto – canal que desemboca no ânus – mais reto, evitando que restos de fezes se acumulem, o que pode facilitar o surgimento de apendicite e de infecções no cólon.

A COR REVELA PROBLEMAS DE SAÚDE?
Sim. Variações na cor das fezes podem indicar tanto o que você comeu no almoço quanto problemas de saúde:

Preto
Alimentos: Ricos em ferro, como bife de fígado
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo superior (acima do intestino)
Verde
Alimentos: Espinafre e outras folhas verdes
Problemas de saúde: Diarréia
Vermelho
Alimentos: Beterraba
Problemas de saúde: Hemorragia no trato digestivo inferior (do intestino para baixo)
Amarelo
Problemas de saúde: Doença no pâncreas (gordura nas fezes)
Cinza esbranquiçado
Problemas de saúde: Doença no fígado ou bloqueio do duto que expele a bílis